O Apóstolo Judas (Tadeu) “Perguntou-lhe Judas (não o Iscariotes): O que houve, Senhor, que te hás de manifestar a nós, e não ao mundo?” (Jo 14:22) Judas (gr. IoudaV, Ioúdas, heb. Yhudah, Judá), filho de Tiago (Lc 6:16), também chamado Lebeu (gr. LebbaioV, Lebbaios) e apelidado Tadeu (gr. QaddaioV, thaddaios, aram. thaddai)(Mt 10:3). O que fez seu nome constar em outra passagem do Evangelho de João (e em nenhum outro lugar, nos evangelhos sinóticos) foi sua pergunta ao Senhor Jesus, registrado pelo escritor da seguinte forma: “Disse-lhe Judas, não o Iscariotes: Senhor, por que pretendes manifestar-te a nós, e não ao mundo?” (Jo 14:22); ao que o Senhor lhe respondeu: “Se alguém me amar, guardará a minha palavra. Meu Pai o amará, e viveremos para ele e nele faremos morada.” (Jo 14:23). O cenário que envolve a passagem é a última ceia; o palco, a roda de discípulos à mesa; ao final da ceia. Jesus instrui seus discípulos acerca do futuro, da promessa do Espírito Santo, o ensinamento de amar a Cristo e guardar seus ensinamentos (Jo 14:21). De onde vens, Senhor, e quais teus planos? E teus intentos, quem conhecerá? Nós te seguimos já faz quase quatro anos Inda há mistérios que nos falta alcançar A isto Cristo respondeu: Se alguém me ama, ouça bem, Judas Tadeu: Minhas palavras guardará, meu Pai o amará E eu o amarei e junto a ele habitarei Meu Pai com ele para sempre há de morar (Guilherme Kerr Neto) A pergunta de Judas provocou no Senhor o desejo de instar com os discípulos a perseverança em segui-lo, mesmo em face do que brevemente ocorreria: a traição, prisão, julgamento, negação de seu discípulo Pedro, sentença e morte. Diante dos ensinamentos do Mestre e de sua consolação através de Seu Espírito, Judas prosseguiu em direção ao alvo, mostrando ser realmente o discípulo perseverante.

O Apóstolo Mateus “Partindo Jesus dali, viu sentado na coletoria um homem chamado Mateus, e disse-lhe: Segue-me. E ele, levantando-se, o seguiu.” (Mt 9:9) Mateus é a transliteração do nome grego MaqqaioV, Matthaios, do aramaico Mattai, que tem origem no hebraico Matan’yah (2 Rs 24:17), “o dom de Yahweh” ou “presente de Deus”). Em Mc 2:14 é chamado Levi (gr. Leui, Leui), filho de Alfeu. Em Lc 5:27 relata-se seu nome e ofício. É identificado como publicano já em Mt 9:9,10: “E Jesus, passando adiante dali, viu assentado na coletoria um homem, chamado Mateus, e disse-lhe: ‘Segue-me’. E ele, levantando-se, o seguiu. E aconteceu que, estando ele em casa sentado à mesa, chegaram muitos publicanos e pecadores, e sentaram-se juntamente com Jesus e seus discípulos.”. É assim que é identificado na lista de Mt 10:3: “…Mateus, o publicano…”. Por ser publicano era rejeitado pelo seu povo, os judeus. Os romanos criaram um sistema de concessões na cobrança de impostos, que, nos dias de Cristo, já completava duzentos anos de operação, atendendo às necessidades do império. A pesada tributação era intolerável, até mesmo mais ainda por ser imposição de uma potência estrangeira. Além dos impostos cobrados por Roma, havia os de Herodes. O magistrado romano franqueava uma área ao coletor de impostos que se encarregava de arrecadar os devidos impostos. O que detinha a franquia cobrava do povo valores superiores aos estipulados. Não por pouco o povo odiava os publicanos, cobradores de impostos. Não poderiam aceitar um compatriota arrecadando impostos em detrimento do povo para uma nação usurpadora. Dentro deste ambiente, Mateus, o Levi publicano, odiado, visto como terrível traidor da nação, não apenas recebe a aproximação do Senhor mas também seu maravilhoso e inescusável chamado, ao qual prontamente atende! Todos falam de mim: “Lá vai Mateus sujo ladrão, dinheiro na mão cobrando os impostos, taxando aos judeus” E reclamam de mim: “Lá vai Mateus falso irmão, traindo a nação jogando por Roma à custa dos seus…” Quem me conhece por dentro Sabe a alegria que em mim se instalou Jesus Nazareno chamando, sereno: “Vem já, vem me seguir” Vale bem mais a eterna riqueza que a graça me dá Rico por dentro, aos outros atento… eu vou Cristo seguir! (Guilherme Kerr Neto) Como impulso de agradecimento por sua aceitação da parte do Mestre, Mateus providencia “…um grande banquete em sua casa; e havia ali uma multidão de publicanos e outros que estavam com eles à mesa.” (Lc 5:29), registrado pelo próprio autor com a devida parcimônia (Mt 9:10-13), em sua humildade de um Levi transformado pelo maravilhoso encontro com o Mestre Jesus. Autor do Evangelho que leva seu nome, escrito em hebraico. Fora enviado como apóstolo (Lc 6:15) e tem seu nome nas quatro listas dos apóstolos (Mt 10; Mc 3; Lc 6; At 1). Segundo a tradição, após o período em que pregou aos judeus, seu povo, foi para outras nações, tendo em Etiópia o centro de seu trabalho. Segundo alguns escritores teve a morte de um mártir.

A Paz, tudo bem? Sou o Pastor Luciano Feu, do ministério Verdades Que Libertam, e hoje te escrevo essa carta para contar uma história que aconteceu comigo e com minha esposa alguns anos atrás. Foi em um domingo de manhã e eu tinha acabado de dar aula na escola dominical, como de costume, até que um casal muito querido nos chamou e fez um convite para um almoço com eles. Ficamos surpresos e felizes com o convite. Disseram: “Hoje faz 17 anos que casamos, e queremos honrar vocês nesse dia tão especial. Vocês foram instrumentos de Deus que nos ajudaram a acreditar em nosso casamento e transformar a nossa vida. Se hoje podemos comemorar essa data juntos, foi graças ao que Deus fez através de vocês”. Fiquei muito feliz por ter ouvido aquilo, e um filme passou na minha cabeça. Me lembrei da história daquele casal, desde quando chegaram pedindo ajuda… O que eu vi foi um casamento praticamente destruído pelo adultério, mentiras, mágoas profundas e demônios agindo (A mulher teve algumas visões durante esse período)… Enfim, muita dor. Eles chegaram a ficar alguns meses separados, e tudo indicava que aquele casamento era um caso perdido. Mas aquilo que é impossível para nós, seres humanos, não é impossível para Deus. Depois de alguns meses separados eles viram que ainda se amavam e decidiram lutar juntos pela restauração do seu casamento. Foi aí que nos procuraram para ajudá-los nesse processo. Aplicamos as estratégias que atualmente ensino no curso Liberte e Restaure seu Casamento e conduzimos desde a raiz a construção de uma nova história. Quando ouvimos a história desse casal, notamos que alguns comportamentos ruins dos pais e avós deles eram repetidos dentro de casa sem perceber, e isso construiu barreiras tão grandes que fizeram o casal praticamente perder a intimidade e viver uma situação caótica em suas vidas. Às vezes a situação parece perdida, mas cremos em um Deus que faz o impossível acontecer. Cada casamento é um verdadeiro milagre, e acreditamos que basta uma posição do casal para que Deus faça o restante. Em cada passo dado nos aconselhamentos e orações por eles, começamos a ver o casal se fortalecer em sua aliança e começarem a caminhar em direção a um casamento feliz e alicerçado na palavra de Deus. Até que para honra e glória do Senhor Jesus, aquela família passou a viver no centro da vontade de Deus. Esse foi um dos inúmeros casamentos que tivemos o privilégio de ajudar a restaurar ao longo desse últimos 15 anos… Vimos muitos casos perdidos sendo literalmente reconstruídos, outros que já estavam fortes se tornarem ainda mais fortes e alguns deles hoje ajudam outros casais a superarem suas dificuldades e continuar buscando um casamento feliz. Acreditamos que Deus quer nos curar desde as raízes mais profundas para nos dar uma vida feliz e realizada. Tudo o que ensino nesse curso é resultado do que tenho visto funcionar e transformar histórias e casamentos de forma que a pessoa e seu relacionamento nunca Continue lendo

A dificuldade dos missionários cristãos para conseguirem evangelizar os refugiados que vêm de países como o Iraque ainda é grande. O idioma é a principal barreira, assim como a escassez de material traduzido para a língua nativa. Pensando nisso, o egípcio e ex-muçulmano Michael Youssef, que hoje atua como pastor no país, criou um projeto chamado “Leading The Way”. Através dele foi inventado um pequeno dispositivo MP3 que funciona com energia solar, mas prático o suficiente para ser carregado no bolso. No aparelho, chamado de “Navegador”, contém toda a Bíblia cristã traduzida para o idioma local. O objetivo é distribuí-lo para os refugiados, facilitando o acesso aos textos bíblicos através dos áudios, já que muitos possuem dificuldade para ler. O exemplo mais notável de como Deus está abençoando outras vidas através da invenção é a história de ‘Fadhil’, um refugiado que vive em Amã, na Jordânia. Após se converter ao evangelho de Jesus Cristo, ele foi incentivado a ouvir os áudios, mas a equipe não imaginou o quanto ele seria dedicado. Segundo o missionário David Bottoms, do projeto “Leading The Way”, quando eles retornaram para visitar ‘Fadhil’ descobriram que ele conseguiu memorizar 87 – capítulos – da Bíblia, um feito extraordinário para alguém que já possui uma idade avançada, especialmente contando apenas com o recurso auditivo. “Fiquei ao mesmo tempo surpreso e humilhado, pois eu sei alguns versículos bíblicos de cor. Mas ele memorizou capítulos. Ele medita nas Escrituras todos os dias”, disse Bottoms, destacando a dedicação de ‘Fadhil’ em aprender às Escrituras. Ron Hughes, outro missionário do projeto, enxergou muito mais do que uma boa memória. Ele viu uma manifestação do próprio através Deus desse feito: “Fadhil é um grande exemplo de que Deus não escolhe se revelar através dos poderosos e ricos deste mundo. Ele se revela através dos pobres e humildes”. Para Michael Youssef, o fato de já terem conseguido distribuir cerca de 116 mil aparelhos traduzidos para 25 idiomas, comprova outro grande feito do Senhor: “Deus está usando esses maravilhosos missionários de bolso. Estou muito animado com o que Deus está fazendo”, relata, segundo informações do Christian Today.   Gospel+

Uma nova descoberta arqueológica trouxe um pouco mais de luz e conhecimento sobre as narrativas bíblicas do Antigo Testamento: a escultura representando a cabeça de um rei foi encontrada em uma cidade que é mencionada como parte de disputas de território na Bíblia. Os pesquisadores sublinharam que a descoberta da escultura – que tem cinco centímetros de altura e riqueza de detalhes – serviu para confirmar um período de tempo citado na Bíblia. Mas também fez surgir um novo mistério, pois ainda não há pistas sobre o rei que inspirou a peça. Arqueólogos dos Estados Unidos e de Israel trabalham na resolução do quebra-cabeças, e já concluíram que a escultura é um exemplo raro de arte na região no século 9 a. C., período dos reis bíblicos. Um teste de marcação de carbono confirmou que a peça pertence a essa época, apesar de estar incrivelmente preservada. De acordo com um relatório da Azuza Pacific University, responsável pela descoberta durante escavações na cidade de Abel-Bete-Maaca, a estátua é feita de faiança, material semelhante ao vidro e que foi popular em jóias e pequenas figuras humanas no antigo Egito e no Oriente. O território de Abel-Bete-Maaca fica localizado ao sul da fronteira de Israel com o Líbano, perto da moderna cidade de Metula. Atualmente, o local abriga uma aldeia palestina chamada Abil al-Qamh, que tem o nome derivado da cidade mencionada no livro dos Reis, de acordo com arqueólogos do século 19. “Esta localização é muito importante porque sugere que o local pode ter mudado de mãos entre essas organizações, mais provavelmente entre Aram-Damasco e Israel”, disse a arqueóloga da Universidade Hebraica, Naama Yahalom-Mack, que liderou a escavação em conjunto com a Universidade Azusa Pacific, da Califórnia, segundo informações do jornal The Washington Post. Durante o século 9 a.C., a antiga cidade estava situada entre três potências regionais: o reino aramaico em Damasco, a cidade fenícia de Tiro e o reino israelita, com sua capital em Samaria. A cidade é mencionada em I Reis 15:20 como parte de um grupo de cidades que haviam sido atacadas pelo rei de Arameia, Ben-Hadade, em uma campanha contra o reino de Israel. A peça já está em exibição no Museu de Israel em Jerusalém e em breve um relatório das pesquisas relacionadas será publicado na revista Near Eastern Archaeology. Eran Arie, curador da Idade do Ferro e Arqueologia Persa do Museu de Israel, classifica a descoberta como única: “Na Idade do Ferro, se existe alguma arte figurativa — e em grande parte não existe — é de muito baixa qualidade. E isso é de excelente qualidade”, comentou. Yahalom-Mack observou que a estátua pode representar os reis bíblicos Ben-Hadade ou Hazael de Damasco, Acabe ou Jeú de Israel, ou Etbaal de Tiro. “Estamos apenas adivinhando aqui, é como um jogo. É como dizer um ‘olá’ ao passado, mas não sabemos mais nada sobre isso”, declarou, resumindo o novo enigma. A equipe da Universidade Hebraica fará novas escavações no local para tentar localizar outros artefatos que ajudem a desvendar o enigma Continue lendo

Jesus é Deus? Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas. A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes. Ainda assim, a magnitude de Jesus era óbvia para todos aqueles que o viram e ouviram. E enquanto a maioria das grandes personalidades históricas desaparece nos livros, Jesus ainda é o foco de milhares de livros e controvérsias sem paralelos na mídia. Grande parte dessas controvérsias envolvem as afirmações radicais que Jesus fez sobre si mesmo, afirmações que espantaram tanto seus seguidores quanto seus adversários. Foram principalmente as afirmações únicas de Jesus que fizeram com que ele fosse considerado uma ameaça pelas autoridades romanas e pela hierarquia judaica. Embora fosse um estranho sem credenciais ou força política, em apenas três anos Jesus foi capaz de mudar a história dos mais de 20 séculos seguintes. Outros líderes morais e religiosos influenciaram a história, mas não como o filho de um carpinteiro desconhecido de Nazaré. Qual era a diferença de Jesus Cristo? Ele era apenas um homem de grande valor ou era algo mais? Essas perguntas nos levam ao cerne do que Jesus realmente era. Alguns acreditam que ele era simplesmente um grande professor de moral, já outros pensam que ele foi simplesmente o líder da maior religião do mundo. Porém muitos acreditam em algo muito maior. Os cristãos acreditam que Deus nos visitou em forma humana, e acreditam que há evidências que provam isso. Após analisar com cuidado a vida e as palavras de Jesus, C.S. Lewis, antigo cético e professor de Cambridge, chegou a uma espantosa conclusão, que alterou o rumo de sua vida. Então quem é Jesus de verdade? Muitos dirão que Jesus foi um grande professor de moral. Ao analisarmos mais cuidadosamente a história do homem que causa mais controvérsias em todo o mundo, primeiramente devemos perguntar: será que Jesus foi simplesmente um grande professor de moral?   Grande professor de moral? Mesmo os membros de outras religiões acreditam que Jesus foi um grande professor de moral. O líder indiano Mahatma Gandhi falava muito bem sobre a integridade e as palavras sábias de Jesus.[1] Da mesma forma, o estudioso judeu Joseph Klausner escreveu, “Admite-se mundialmente… que Cristo ensinou a ética mais pura e sublime… que joga nas sombras os preceitos e as máximas morais dos mais sábios homens da antiguidade.”[2] O Sermão do Monte de Jesus foi considerado o Continue lendo

O QUE VOCÊ DIRIA AO DESPERTAR PELA MANHÃ?* *MOISÉS DIRIA:* “Senhor se sua presença não estiver comigo, não sairei daqui” Êxodo 33.15 *ABRAÃO DIRIA:* “O Senhor proverá” Gênesis 22.8 *JACÓ DIRIA:* “Não te deixarei antes de me abençoar” Gênesis 32.26 *JOSUÉ DIRIA:* “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” Josué 24.15 *SAMUEL DIRIA:* “Fala Senhor que o teu servo ouve” 1 Samuel 3:9 *NEEMIAS DIRIA:* “A alegria do Senhor é a minha força” Neemias 8.10 *DAVI DIRIA:* “O Senhor é o meu pastor e nada me faltará” e “Esse é o dia que o Senhor preparou para nós, alegremo-nos e exultemos nEle” Salmos 23 e 118.24 *SALOMÃO DIRIA:* “Confie no Senhor de todo coração e não se apóie na sua própria inteligência “Provérbios 3.5 *ISAÍAS DIRIA:* “Levanta- te e replandece, pois a glória do Senhor está sobre sua vida ” e “Nenhuma arma forjada contra mim prosperará” Isaías 60.1 e 54.17 *JEREMIAS DIRIA:* ” O Senhor tem grandes planos para nossas vidas, planos de Paz e não de guerra.”Jeremías 29.11 *EZEQUIEL DIRIA:* “Cada osso seco em minha vida, viverá” Ezequiel 37 *JONAS DIRIA:* “Em minha angustia clamarei a ti e tu me responderas” Jonas 2.1-2 *PEDRO DIRIA:* “colocarei minha angustia sobre o Senhor, porque ele cuida de mim”1 Pe. 5.7 *PAULO DIRIA:* “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” Filip. 4.13 *EU DIGO: “Que tenhamos um dia abençoado na companhia de JESUS. Que o SENHOR te proteja, te guarde de todo o mal. Te dê um dia cheio de paz, justiça e alegria! *O que VOCÊ diria!?    

O Apóstolo Natanael “Jesus, vendo Natanael aproximar-se dele, disse a seu respeito: Eis um verdadeiro israelita, em quem não há dolo!” (Jo 1:47). Encontrado por Filipe, que fala com convicção acerca do encontro com o Messias, Natanael ouve atentamente, até que ouve algo que lhe suscita o preconceito: “Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei, e a quem se referiram os profetas…” (Jo 1:45). Natanael ouve com surpresa a noticia, e como bom israelita, vê acender em si a esperança messiânica. Ao prosseguir com a descrição, Filipe apaga a chama do zelo religioso de Natanael e atiça o fogo do preconceito: “…Jesus de Nazaré, filho de José.” (Jo 1:45b). De Jerusalém ou de Belém, a cidade de Davi, poderia vir o Messias, mas de Nazaré? Parecia ser impossível a Natanael. Felipe o convida a provar por si próprio: “Vem e vê.” (Jo 1:46). Ao encontrar-se com Cristo ouve uma saudação elogiosa que o desconcerta: “Aqui está um verdadeiro israelita, em quem não há nada falso.” (Jo 1:47). Jesus então afirma que o viu assentado sob uma figueira, antes de Felipe o convidar. Natanael então crê e vê em Jesus a pessoa do Filho de Deus, o Rei de Israel. Observe: após a demonstração clara do conhecimento de Cristo a seu respeito, o Messias poderia ter vindo de onde veio, mas sem dúvida nenhuma haveria de ser o Rei de Israel, pensava Natanael. Jesus então afirma que Natanael veria “…coisas maiores que esta…” (Jo 1:50), até mesmo “…o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem.” (Jo 1:51). “No meio dos doze discípulos que Cristo na terra escolheu Bem pouco se sabe a respeito, talvez quase nada de Bartolomeu Quem sabe era irmão de Felipe que um dia Jesus encontrou, Quem sabe se seu sobrenome era Natanael a quem Cristo chamou Talvez tenha até duvidado do que seu irmão descreveu Que o filho de Deus, esperado era de Nazaré, mais um galileu Mas quando Jesus face a face falou-lhe quem era e porque Cessou todo o passe e repasse brotou-lhe a certeza daquele que crê. (Guilherme Kerr Neto) Pelo fato de Felipe encontrar-se sempre agrupado com Bartolomeu (Mt 10:3; Mc 3:18; Lc 6:14) ou com Tomé, Bartolomeu e Mateus (At 1:13), muito pensam que Natanael era o nome do discípulo cujo sobrenome aramaico era “Filho de Tolmai” (Bar-Tolmai), o que faz acreditar que Natanael e Bartolomeu sejam a mesma pessoa. Seu nome significa “dádiva de Deus”. Provém do grego Naqanahl, Nathanael, que por sua vem tem origem no hebraico N’than’el(Nm 1:8). Natural de Caná da Galiléia, próxima cerca de 6 km de Nazaré, aldeia de Jesus. Foi um do grupo que viu a aparição de Cristo no Mar da Galiléia, após sua ressurreição, conforme o relato de Jo 21:2. Seu nome não está contido nas listas dos Doze, mas provavelmente é o mesmo que o apóstolo Bartolomeu (gr. Bartholomaios, do aram. bar-talmai, “filho de Tolmai”), encontrado em Mt 10:3