A exegese e suas falácias

A exegese e suas falácias

Resumo do livro: A exegese e suas falácias – Os perigos da interpretação bíblica O sinônimo para falácia é erro e nesse livro o autor não procurou expor suas opiniões antes procurou demonstrar exemplos de falácias cometidas. Através desses exemplos D. Carson procurou mostrar a interpretação mais coerente segundo esses exemplos e o que estas passagens bíblicas quiseram ensinar para os primeiros ouvintes, e o que ela quer nos ensinar, por isso devemos interpretá-las para o nosso contexto social, político, religioso e cultural. Esse estudo é muito importante, porque nós infelizmente cometemos falácias exegéticas e isso pode acarretar consequências eternas, pois estamos lidando com os pensamentos de Deus, e temos que nos esforçar ao máximo para entendê-los verdadeiramente e explicá-los com clareza. Segundo o autor nós temos que fazer uma interpretação mais crítica das escrituras, no sentido de uma justificação mais adequada obedecendo aos padrões: lexical, gramatical, cultural, teológico, histórico, geográfico, etc. A exegese crítica é contrária às opiniões simplesmente pessoais e pontos especulativos, muitas vezes lemos os textos bíblicos e aplicamos nossa interpretação pessoal ao texto, nós utilizamos nossa interpretação tradicional que aprendemos com as pessoas e por isso muitas vezes usamos uma interpretação contrária ao que o texto quis dizer para seus primeiros ouvintes e o que o texto quer dizer para que o lê aplicando assim aquele texto para sua vida de uma forma equivocada. Esse estudo é para alcançarmos unanimidade nas questões de interpretação que ainda nos dividem, temos que tomar cuidado com as interpretações alternativas, por causa disso tem surgido vários tipos de interpretações doutrinárias e divisões nos tornamos inimigos e lutamos pelo mesmo propósito de ser a igreja de Cristo. Temos que utilizar os recursos disponíveis a nossa disposição para que possamos entender a bíblia da forma mais correta possível. Não podemos nos acomodar achando que a nossa interpretação é a correta devemos, portanto ouvir outras opiniões para que possamos nos aproximar da mensagem como Deus realmente quis transmitir. A exegese também tem seus riscos ela pode nos levar há uma destruição espiritual, porque ela vai tirar a segurança que tínhamos em relação ao que acreditávamos devido a nossa interpretação equivocada das escrituras, ela vai quebrar nosso falso alicerce que nos sustentava em uma errada interpretação. O estudo crítico das escrituras nos distanciam um pouco da espiritualidade, porque seremos levados a duvidar e essa dúvida pode matar nossa fé, mas esse distanciamento é bom porque nos aproximará do pensamento do autor e assim entenderemos o que ele quis transmitir em seu tempo, sua cultura e em sua história. Na parte que o autor fala sobre falácias vocabulares ele orienta os leitores a tem em mente que o tempo é outro, as palavras mudam de significado de acordo com a época, não podemos usar uma palavra recente para entender algo do período anterior ou uma palavra de período anterior e utilizá-la atualmente, pois cada período tem suas palavras específicas, devemos tomar cuidado antes de associar uma palavra com a outra por ter radical parecido, antes de se Continue lendo

As Polêmicas do dízimo e ofertas

As Polêmicas do dízimo e ofertas

A Paz, tudo bem com você hoje? Estive pensando essa semana sobre dízimos e ofertas. Chega a ser polêmico falar sobre esse assunto, muitas pessoas já não aguentam mais ouvir sobre teoria da prosperidade. E antes que você pare de ler porque eu toquei nesse assunto, não é só sobre isso que vou falar hoje… É muito fácil se tornar alguém que serve ao dinheiro… A crise econômica no país, as contas para pagar, a falta de oportunidade de emprego. O índice de desemprego só tem crescido no Brasil. Muitas pessoas não conseguem administras suas próprias finanças. (Tenho algo que pode te ajudar com isso, clique aqui.) Algo que tenho percebido, é que quem se importa muito com o dinheiro, acaba se tornando escravo dele. E Jesus disse que nós não poderíamos servir a Deus e as riquezas. Quanto mais você prioriza as coisas desse mundo, menos em Deus você consegue estar. Dizimar e ofertar não tem apenas a ver com o dinheiro, com o sustento da casa de Deus ou até mesmo com o Pastor. Tem a ver com o nosso coração! Quem está em primeiro lugar? Quanto mais nós nos desprendemos das coisas materiais, mais abençoados nós somos porque estamos priorizando as coisas do Céu. É claro que é frustrante ver pessoas agindo de maneira contrária a verdade, mas você não presta contas pelos erros das outras pessoas. A casa de Deus precisa ser mantida e precisa de suporte para continuar de portas abertas abençoando muitas pessoas. E em meio a tanta coisa que ouvimos, fica muito difícil compreender o que Deus pensa a respeito das nossas finanças. O Dízimo continua após o Novo Testamento? Por que devemos ofertar na casa de Deus? É fácil explicar tais coisas de maneira natural falando sobre o nosso coração, sobre a manutenção da casa de Deus. Mas o que realmente a Bíblia diz a respeito das nossas finanças? Como Deus age nessa área das nossas vidas? Você sabia que pode transformar totalmente a sua vida financeira usando princípios da Palavra de Deus? Isso é possível e a Bíblia nos ensina muitas coisas a respeito da vida financeira. Segundo pesquisas, as maiores preocupações dos brasileiros são com suas finanças. Deus não pode ser Senhor de apenas algumas áreas da nossa vida, Ele tem que ser Senhor de todas. Eu não sei como anda a sua situação mas eu sei que a luz das escrituras tudo pode ser resolvido. E para isso compilamos um estudo (Mais detalhes aqui) onde nele é apresentado uma sólida base bíblica para te levar a entender o sucesso financeiro que está diretamente ligado a princípios da Palavra que te farão vencer nessa área.  

Oficialização Imperial do Cristianismo

Oficialização Imperial do Cristianismo

Breve história da oficialização do Cristianismo como religião oficial e estatal do Império Romano De acordo com essa abordagem, o mundo é visto como ambiente hostil para a fé e prática cristãs. Os valores do Reino de Deus contrastavam com os do mundo. Esse tipo de espiritualidade teve importância substancial nos primeiros séculos da história cristã, quando o cristianismo era visto com intensa desconfiança e suspeita pelas autoridades seculares e, na época foi ativamente perseguido. Entretanto, uma vez que o imperador romano Constantino se “converteu” ao cristianismo, a situação ficou completamente diferente, pois ele o tirou da clandestinidade e mais adiante Teodósio reconhece o cristianismo como religião estatal. O cristianismo tornou-se rapidamente a religião oficial do Império Romano. Na opinião de muitos, o resultado foi uma acomodação aos valores seculares. Os bispos começaram a imitar as vestimentas e os costumes dos líderes seculares usando, por exemplo, vestes púrpuras ou roxas que são símbolos de riqueza e poder. A aceitação da igreja como religião oficial do Império Romano trouxe consigo certos privilégios. Os bispos, com isso, foram vistos como pessoas de importância, passando a utilizar símbolos romanos de hierarquia como indicação de seu novo status social. Também provocou o surgimento do que foi muitas vezes chamado de “teologia imperial”, isto é, uma abordagem à teologia e espiritualidade que via Roma como a nova Jerusalém. Ocupando um papel divinamente instituído no governo do mundo. A “teologia imperial” era especialmente ligada a Eusébio de Cesaréia. Esta teologia via o Império Romano como o clímax dos propósitos redentores de Deus, retratou Constantino como instrumento escolhido por Deus para a conversão do império. Isso fez muitos acreditarem que os ideais cristãos tinham sido comprometidos. O movimento monástico é considerado uma revolta contra a acomodação surgida entre “A IGREJA E O ESTADO”, RESULTANDO NA DIFICULDADE DE DIFERENCIAR-SE UM DO OUTRO. Os mosteiros eram tidos como centros do cristianismo autêntico, isolados das tentações de poder e riqueza, nos quais podia buscar a verdadeira visão cristã. Aos poucos o formalismo religioso tomou lugar da verdadeira espiritualidade, regimentos de soldados eram batizados por ordem do imperador. A maioria aderia à nova religião do imperador, mas, os que não eram verdadeiramente convertidos, sentiam falta do paganismo, aí começavam a voltar gradativamente, travestidos de nomes cristãos, entidades e festivais pagãos. E a doutrina bíblica foi aos poucos desaparecendo, dando lugar a um corpo de tradição de homens, baseado no paganismo. Pra muitos o afastamento do mundo era o único meio garantido para assegurar a salvação da pessoa. Apesar da reforma protestante ter rejeitado o ideal monástico, a dupla temática de renúncia e hostilidade ao mundo em virtude do cristianismo verdadeiro foi retomada e desenvolvida pela ala mais radical do movimento. TeologiaOnline Fonte Consultada:  Aliester .E. McGrath, 1999- Uma Introdução à Espiritualidade Cristã, VIDA.

O Cristão precisa estudar teologia?

O Cristão precisa estudar teologia?

Pergunta:  O Cristão precisa estudar teologia?  Teologia é estudar Deus juntamente com a fé. Sendo assim precisa-se acreditar no Espírito Santo que dá o entendimento da palavra de Deus. Logo não é necessário fazer um curso de teologia com professores homens certo? Porque o próprio Deus, o Espírito Santo que dará o entendimento?   Resposta: Tudo que se fala sobre Deus envolve fé, já que Deus não é objeto que pode ser verificado e experimentado pelos métodos científicos de comprovação. Teologia é um discurso racional acerca de Deus que envolve fé na sua auto-revelação. No caso dos cristãos, essa auto-revelação de Deus está nas Escrituras. Aceitar a Bíblia como uma auto-revelação de Deus também exige fé. O fato do Espírito Santo dar o entendimento da Palavra de Deus não exclui de maneira nenhuma os séculos de produção teológica cristã e o esforço de muitos escritores e professores teólogos de compreender mais dos temas teológicos, até porque o nível de entendimento que o Espirito Santo dá pode variar de pessoa para pessoa e do tempo de dedicação, esforço e estudo que teve.  Enfim, não consigo perceber que a fé e o Espirito Santo exclua a necessidade de professores, porque então não haveria entre os dons do Espirito, o de dom de mestre.     De um lado vejo muitos cristãos que desejam estudar teologia, se aprofundar nas coisas de Deus. Por outro lado, vejo muitos outros que dizem que teologia te afastará de Deus, que “a letra mata” ou que não adianta saber tudo de teologia se não viver ou adorar, etc. O cristão precisa se aprofundar no conhecimento de quem é Deus, seus atributos, se aprofundar no conhecimento bíblico, história da igreja, saber interpretar o texto bíblico, se possível aprender as línguas originais. Porém, no mínimo, o cristão deve estudar e se dedicar a se aprofundar no conhecimento das escrituras. O fato de o Espírito Santo instruir e nos direcionar não elimina o fato de nós devemos nos debruçar diante do texto e nos aprofundar, buscar o contexto, caso contrário falaremos e ensinaremos muitas besteiras que não tem nada a ver com o texto bíblico Aqueles que dizem que a letra mata, ou que não precisam conhecer a bíblia de capa a capa, mas que basta aplicar um versículo e tudo bem, estão mais próximos de aplicar a bíblia como Satanás aplicou quando tentou Jesus do que de fato compreendê-la. Se não tivermos uma noção clara do texto completo, de maneira nenhuma conseguiremos interpretar um texto isolado. Conhecer muito da bíblia não é defeito é qualidade. Não praticar é defeito. Mas sem conhecer, é impossível praticar. Se você já é cristão a mais de um ano e nunca leu a bíblia toda, e não a lê todos os dias, e não procura aprender da bíblia ainda mais, tem algo muito errado com você. Porém, vejo que muitos ao estudar teologia se tornam frios, donos da verdade e querendo resposta para tudo. Sinceramente, eu não acredito em teologia que não nos Continue lendo

Curso Especialização no Livro de Apocalipse e Escatologia

Curso Especialização no Livro de Apocalipse e Escatologia

Você conhece mesmo o livro do Apocalipse?   É incontestável os sinais da volta de Cristo, porém existem detalhes e conexões sobre o apocalipse que influenciam até mesmo em nosso dia-a-dia Apesar de muitas opiniões divergentes afirmando que o Apocalipse é algum tipo de código oculto, a verdade é que se trata de um livro revelador. Afinal, a palavra “Apocalipse” é de origem grega e carrega o significado de “revelação”. Em seu contexto histórico, o Apocalipse foi redigido pelo Apóstolo João, em mais ou menos no ano 95 d.C. (depois de Cristo). Nesse período, em Roma, a Igreja era fortemente perseguida, com seus fiéis torturados, presos e até mortos. O apóstolo João se encontrava preso, exilado na Ilha de Patmos, quando viu pela primeira vez as revelações divinas sobre o conteúdo do Apocalipse. É nesse momento que ele, sob a luz do Espírito Santo, registra as palavras de Deus que até hoje temos conhecimento.   Quais são as características do livro do Apocalipse? Existem algumas características sobre como o conteúdo está organizado, mas existem também simbolismos encontrados do livro do Apocalipse. Sobre o conteúdo, no livro encontram-se várias referências do retorno de Cristo e do Juízo Final. É possível fazer uma divisão do conteúdo do livro em sete partes: 1. Cristo no meio dos sete candeeiros de ouro (1-3); 2. O livro com os sete selos (4-7); 3. As sete trombetas de juízo (8-11); 4. A mulher e o filho perseguidos pelo dragão e seus auxiliares (12-14); 5. As sete taças de ira (15, 16); 6. A queda da grande Babilônia e das bestas (17-19); 7. O julgamento do dragão, seguido pelo novo céu e nova terra, e a descrição da Nova Jerusalém (20-22). Sobre o simbolismo, que significa uma expressão da palavra por meio de códigos, o livro do Apocalipse utiliza muitos. A importância de entender seu simbolismo é para justamente não realizar uma leitura literal, ou seja, ao pé da letra. Por exemplo, ao citar “sete estrelas” em algumas passagens, na verdade, quer dizer “sete anjos”; ou quando apresenta uma descrição de Deus, ao citar “E a sua cabeça e cabelos eram brancos”, quer simbolizar a eternidade. Para o livro do Apocalipse é crucial não confiar na linguagem literal. Porém, tome cuidado para não cair no outro extremo que é ir só pelos caminhos simbólico e espiritualizado. Vá com calma!   Indicações para interpretação: 1. João escreveu o que ele viu (1:11,19), que era basicamente uma peça vívida, emocionante. Para entendê-la, precisamos visualizar as cenas em nossa imaginação. 2. Jesus enviou a mensagem de Apocalipse às sete igrejas (1:4,11) que estavam passando por um período de dura perseguição (1:9). Como em qualquer carta, nós a entenderemos melhor vendo a mensagem através dos olhos de seus destinatários originais. Em certo sentido, estamos lendo a correspondência de alguém. 3. O livro revela as coisas que aconteceriam logo (1:1,3; 22:6,10). Em todos os séculos, os intérpretes da Bíblia têm pensado que o Apocalipse descreve os eventos políticos de sua própria época. Continue lendo

Escolasticismo

Escolasticismo

A Idade Média é sempre colocada como um período sombrio para a humanidade, porém, entre os séculos XI e XIV na Europa Ocidental, ouve uma época fecunda na educação filosófica. Surgem as primeiras universidades, verdadeiras instituições do saber e a escolástica foi um pensamento dominante presente nas universidades medievais. O termo escolasticismo vem do latim scholasticus, e este por sua vez do grego σχολαστικός (que pertence à escola, instruído, lugar que se aprende) O termo foi aplicado a professores na escola palaciana de Carlos Magno e também aos eruditos medievais que utilizavam a filosofia no estudo da religião e da teologia. Escolasticismo conciliava a fé cristã e a razão humana, ou seja, foi um movimento intelectualista que nasceu nas escolas monásticas cristãs. Foi o método de pensamento crítico dominante no ensino nas universidades medievais europeias de cerca de 1100 a 1500. O termo Universidade surgiu no período do escolasticismo, que era a reunião de mestres e alunos em associações. Temos alguns nomes influentes do escolasticismo, um deles foi Pedro Abelardo (1079-1142). Filho mais velho de um nobre menor de Britttany (noroeste da França). Abelardo por amor ao saber, desistiu de seus direitos de herança em favor de seus irmãos, e vagueou pela França para sentar-se aos pés dos grandes mestres, ora escutando-os, ora desafiando-os abertamente nas aulas. Mais tarde se estabeleceu como conferencista em Paris, atraindo uma multidão de alunos. Também começou a escrever. Ele utilizou o método da dúvida, ou seja, o questionamento assíduo e frequente, pois, para ele pela dúvida inquirimos e pela inquisição chegamos à verdade, mas por suas ideias acabou sendo perseguido. Um de seus perseguidores mais ferrenhos foi o abade Bernard de Clairvaux, o mais influente clérigo do cristianismo. Bernard perseguiu Abelardo tão devotamente quanto preconizava a segunda Cruzada. “A fé que o justo professa, não se discute”, declarou ele. Após a instigação de Bernardo, um concílio da igreja em Sens, em 1140, condenou Abelardo por heresia. Abelardo retirou-se para o monastério de Cluny, onde ficou em isolamento pelos dois anos restantes de sua vida. Mas ninguém conseguiu impedir o crescimento das sementes que ele deixou. As escolas brotaram por todo o continente. Menos de cem anos após sua morte, floresceram universidades em Paris, Orleans e Montpellier na França, ao longo do Canal de Mancha, em Oxford e Cambridge, e na Bolonha em Pádua na Itália. No século XIII os textos dos antigos gregos estavam sendo despejados na Europa e minando a fé e incitando heresias. As palavras-chaves de Aristóteles agora se encontravam disponíveis, e sua doutrina sobre a natureza do universo levava os homens a duvidar da revelação. Da Espanha, o trabalho do filósofo muçulmano Averróes e do filósofo judeu Maimônides espalhavam ceticismo, especialmente na universidade de Paris. Dentro desse cenário surge o nome mais influente do escolasticismo o ilustre Tomás de Aquino (1224 a 1234), ele foi enviado da Itália para Paris. Assim como Abelardo, honrava a razão acima de todos os outros atributos humanos, mas se distinguia tanto por sua fidelidade a igreja como pela Continue lendo

O que é a Angelologia?

O que é a Angelologia?

1. Introdução Ao nosso redor há um mundo espiritual poderoso, populoso e de recursos superiores ao nosso mundo visível. Bons e Maus espíritos passam em nosso meio, de um lugar para o outro, com grande rapidez e movimentos imperceptíveis. Alguns desses espíritos se interessam pelo nosso bem estar, outros porém, estão empenhados em fazer-nos o mal. Muitas pessoas questionam se existem realmente tais espíritos ou seres, quem são, onde se encontram e o que fazem. A palavra de Deus é a única fonte de informação que merece confiança, e que possui respostas para estas perguntas. Ela deixa claro que há outra classe de seres superiores ao homem. Esses seres habitam nos céus e formam os exércitos celestiais, a inumerável companhia dos servos invisíveis de Deus. Esses são os anjos de Deus, os quais estão sujeitos ao governo divino, e o importante papel que têm desempenhado na história da humanidade torna-os merecedores de referência especial. Existem também aqueles, pertencentes a mesma classe de seres, que anteriormente foram servos de Deus mas que agora se encontram em atitude de rebelião contra seu governo. A doutrina dos anjos segue logicamente a doutrina de Deus, pois os anjos são fundamentalmente os ministros da providência de Deus. Essa doutrina permite-nos conhecer a origem, existência, natureza, queda, classificação, obra e destino dos anjos. 2. A origem dos anjos A época de sua criação não é indicada com precisão em parte alguma, mas é provável que tenha se dado juntamente com a criação dos céus (Gn 1:1 ). Pode ser que tenham sido criados por Deus imediatamente após a criação dos céus e antes da criação da terra, pois de acordo com Jó 38:4-7, rejubilavam todos os filhos de Deus quando Ele lançava os fundamentos da terra. Que os anjos não existem desde a eternidade é mostrado pelos versículos que falam de sua criação ( Ne 9:6 , Sl 148:2,5; Cl 1:16 ). Embora não seja citado número definido na Bíblia, acredita-se que a quantidade de anjos é muito grande ( Dn 7:10; Mt 26:53; Hb 12:22 ). 3. A natureza dos anjos 3.1– São seres espirituais e incorpóreos. Os anjos são descritos espíritos, porque diferentes dos homens, eles não estão limitados às condições naturais e físicas. Aparecem e desaparecem, e movimenta-se com uma rapidez imperceptível sem usar meios naturais. Apesar de serem espíritos, têm o poder de assumir a forma de corpos humanos a fim de tornar visível sua presença aos sentidos do homem (Gn 19:1-3). Que os anjos são incorpóreos está claro em Ef 6.12, onde Paulo diz que “a nossa luta não é contra a carne nem sangue, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes”. Outras referências: Sl 104:4; Hb 1:7,14; At 19:12; Lc 7:21; 8:2; 11:26; Mt 8:16; 12.45. Não têm carne nem ossos e são invisíveis ( Cl 1:16 ). 3.2– São um exército e não uma raça. As Escrituras ensinam que o casamento não é da ordem ou Continue lendo

Curso Formação para Pastores

Curso Formação para Pastores

Prepare-se para o ministério pastoral! O Curso de Formação para Pastores da Universalidade da Bíblia promove a capacitação de pessoas na área do conhecimento religioso, oferecer referenciais teórico-práticos que colaborem na aquisição de competências cognitivas, habilidades e atitudes que promovam o seu pleno desenvolvimento como pessoa, no exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho eclesial. Alcançando assim, através da Educação a sua integralidade religiosa; nas áreas de competência do Pastor, capacitá-lo a desempenhar suas tarefas de dirigir a Igreja e cuidar de suas necessidades espirituais, alicerçada nos princípios éticos da liberdade religiosa, alteridade, responsabilidade, solidariedade e do respeito aos valores universais. Subsidiar o Pastor dentro dos ministérios pastorais, de forma estratégica e dinâmica no enfrentamento das necessidades religiosas que o cotidiano da sociedade atual exige.   » Clique aqui e entenda melhor como funcionam o nosso curso   Ao concluir os curso o aluno receberá gratuitamente via correios:     Como Recebo o Curso? . Após aprovação de pagamento você receberá um e-mail com sua senha para acessar o painel do aluno com TODO conteúdo do Curso com: Vídeo Aulas Apostilas Digitais Áudios Aulas Fórum e Grupo de Estudo Suporte com Professores  Bônus   O Curso de Formação para Pastores da UB visa aumentar seu conhecimento bíblico e teológico com a finalidade de formar líderes, pastores, presbíteros e obreiros atuantes e, também, para aqueles que pretendem atuar na Obra de Deus. Formar e capacitar pastores que não tenham experiencia ministerial e até mesmo pastores experientes possibilitando efetivamente a organização de uma Igreja local documentada. Portanto, se você deseja ter uma excelente capacitação ministerial, este é o curso pra você!  

Será que é necessário interpretar a Bíblia?

Será que é necessário interpretar a Bíblia?

Ao começar o próprio estudo da hermenêutica, devemos nos perguntar se é realmente necessário interpretar a Bíblia. Algumas pessoas afirmam que não. Alguns acham que a Bíblia já foi escrita numa linguagem pura e simples de entender. Afinal, a Bíblia não é a Palavra de Deus para o povo de Deus? Deus nos mandaria uma mensagem difícil de entender? Estas mesmas pessoas às vezes dizem “A Bíblia diz o que significa e significa o que diz.” Ou seja, não há necessidade de interpretar a Bíblia porque ela é clara. Segundo este raciocínio a mensagem da Bíblia não precisa ser explicada. Existe até medo de que no próprio processo de interpretar a Bíblia pensamentos humanos poderiam contaminar a mensagem original. Vale a pena notar que as pessoas que afirmam que a Bíblia não precisa ser interpretada às vezes estão afirmando isso por causa de preocupações sinceras. Vamos examinar três destas preocupações. Alguns tem a preocupação de que alguém poderia tentar se tornar intermediador oficial da Palavra de Deus. Uma preocupação que algumas pessoas tem é por causa do medo de que alguém possa tentar se posicionar entre o Cristão e Deus como intermediador na forma de um intérprete oficial. Efetivamente, isto já aconteceu entre certas denominações nos primeiros séculos depois de Cristo. Até hoje, há grupos em que uma interpretação “oficial” é dada por alguns líderes e é esperado que todos os membros aceitem esta interpretação “oficial”. Segundo esta preocupação, dizer que a Bíblia precisa ser interpretada é praticamente igual a dizer que o homem comum não tem acesso por meio da Bíblia a Deus Pai. Mas este raciocínio teria razão apenas se disséssemos que nenhuma parte da Bíblia poderia ser compreendida sem a ajuda da interpretação. São poucos os interpretes hoje em dia que ousaria tal afirmação. A verdade é que o que é de mais importante na Bíblia, o evangelho puro e simples, é tão simples que pode ser compreendida por qualquer pessoa com as condições básicas de lógica e raciocínio. O evangelho foi divulgado no começo apenas verbalmente e até hoje continua sendo a mesma história simples e poderosa. Mas, isto não muda o fato de que há partes da Bíblia que são difíceis mesmo de compreender. Nestes casos, sim, precisamos de pessoas treinadas e preparadas para interpretar aquela mensagem. O próprio apóstolo Pedro afirma isto em relação às cartas do apóstolo Paulo quando ele diz, falando de Paulo: “… como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas cousas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam…” (2 Pedro 3:15b – 16 ARA). Aqui vemos Pedro afirmando três verdades importantes: Nem tudo nas cartas de Paulo era complicado, mas – Há certas coisas “difíceis de entender” nas cartas dele. Sempre existe a possibilidade de alguém “deturpar” a Palavra de Deus (ou seja, corromper ou perverter). Se a Palavra de Deus fosse inteiramente simples e clara para compreender, Continue lendo

Você quer pregar a palavra de Deus?

Você quer pregar a palavra de Deus?

Você já teve alguma dificuldade para pregar a palavra de Deus? Estive refletindo sobre isso… Lendo as respostas dos e-mails, eu vi que muitas pessoas têm problemas na hora preparar um sermão. Outras sentem medo de ministrar na frente dos irmão na igreja. Hoje eu quero te ajudar a exterminar todos os seus receios na hora de ministrar. Sabe por que? Porque todos nós fomos chamados para espalhar o evangelho seja para pequenos grupos ou para grandes multidões. A primeira vez que fui pregar em uma igreja, estava a ponto de ter um ataque de nervos. Me deixaram em uma salinha para esperar a minha hora de entrar, eu colocava a cabeça na porta e via as pessoas chegando… Mesmo tendo muita certeza do que ia falar, eu estava muito nervosa. Quanto mais pessoas eu via chegar, mais vontade de ir embora eu tinha. Estava chegando a hora que eu iria entrar, peguei meus fones de ouvido, coloquei um louvor e comecei a orar. O Espírito Santo me disse algo naquela noite que nunca esqueci, Ele me disse: “Filha você não vai precisar fazer nada, vai lá porque sou eu que vou falar” Nesse momento veio sobre mim uma Paz tão grande que eu não consigo nem explicar, afinal, Jesus é a Paz que excede todo o entendimento. Eu fui lá com confiança e foi como se eu tivesse feito aquilo a vida inteira, eu senti liberdade e pude falar aquilo que Deus me entregou para aquela noite. E chegou a hora de você perder todos os seus medos e pregar a palavra de Deus com ousadia. Eu conheci o Kit Pregador Completo da Universidade da Bíblia. Nenhum livro ou curso pode anular a Bíblia ou o Espírito Santo. Mas nesse curso você vai aprender de forma prática como montar o seu sermão baseado no seu devocional…. Que texto utilizar para determinada ocasião, como pregar confiança, entre muitas outras coisas. Eu tenho certeza que esse curso vai te ajudar a realizar o seu sonho de pregar a palavra de Deus para os seus irmãos. Você vai se capacitar e ser muito usado por Deus na sua igreja, no seu trabalho ou faculdade. Sem nenhuma dúvida vai ser um divisor de águas. Para conhecer mais sobre o Kit Pregador Completo clique aqui. Depoimento aluna Juliana Oliveira Tenho certeza que a sua confiança vai aumentar, você vai aprender a estruturar o seu sermão e vai poder ganhar muitas vidas para Jesus através da pregação da Palavra!  

Missão Doar – Ajude-nos a contar de Cristo ao mundo

Missão Doar – Ajude-nos a contar de Cristo ao mundo

A organização sem fins lucrativos “Missão Doar” é fruto da iniciativa de um grupo de jovens comprometidos com a pregação do evangelho de Jesus Cristo ao redor do mundo. A missão Doar visa não apenas enviar e manter missionários, mas também apoiar projetos de missões nacionais e internacionais em todo o mundo.   Confira abaixo o que norteia o trabalho da Missão Doar: Somos uma organização sem fins lucrativos que trabalha até que todos ouçam o evangelho de Jesus! Missão: Anunciar o Evangelho de Jesus Cristo através das boas obras, apoiando ações missionárias em todo o mundo. Visão: Ser uma referência global em apoio aos missionários chamados para o reino de Cristo para enviá-los aos necessitados. Valores: . Cremos no Deus Pai, Filho e Espírito Santo. . Amor, Respeito, Paz, Justiça e Alegria . Transformação social aliado a fé. Cremos que ações fundamentadas nos princípios bíblicos do Evangelho de Jesus Cristo podem mudar o contexto espiritual, social, econômico e ambiental de um povo.   Como posso doar e contribuir com missões em todo mundo? Doe recursos financeiros Doe materiais Doe suas notas fiscais Doe seu tempo   Plataforma de Crowdfunding Missionário O MISSÃO DOAR trabalha para lhe oferecer o melhor portal de gestão de arrecadações para missionários e projetos missionários. PROPÓSITO DA PLATAFORMA MISSÃO DOAR O objetivo da PLATAFORMA MISSÃO DOAR é colocar à disposição dos USUÁRIOS um espaço para que missionário ou projetos missionários e/ou sociais de qualquer tema ou abrangência – desde que provoquem algum tipo de impacto positivo – possam realizar uma arrecadação via CROWDFUNDING, ou seja, ANGARIAÇÃO COLETIVA DE FUNDOS (“crowd funding”). Queremos tornar mais fácil organizar uma angariação de fundos e o gerenciamento de seu projeto. O objetivo da MISSÃO DOAR não é ser apenas uma ferramenta de pagamentos, mas um ecossistema fértil na obra missionária com uma narrativa cuidadosamente construída. Por este motivo, a equipe sempre fará uma avaliação cuidadosa sobre o objetivo, conteúdo e discurso de todos os PROJETOS submetidos, a fim de manter uma curadoria presente. Missão é feita com os pés dos que vão, com os joelhos dos que oram e com as mãos dos que contribuem!   IDE! Clique aqui e conheça mais do projeto Missão Doar.