Versículos bíblicos sobre ousadia

Versículos bíblicos sobre ousadia

No qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele. (Efésios: 3.12) Introdução: Ousadia é uma característica da pessoa que é ousada. Significa que se trata de alguém com coragem, que é valente. A Palavra de Deus diz para que sejamos corajosos e fortes, pois o Senhor caminha conosco e nunca nos deixará. Essa é a esperança que devemos ter, pois Ele nunca nos deixará, nunca nos abandonará. Sendo assim, relacionamos uma série de versículos que tratam desse tema: “ousadia”. Esperamos que você goste: Versículos sobre ousadia no Antigo Testamento: Deus é a minha salvação; terei confiança e não temerei. O Senhor, sim, o Senhor é a minha força e o meu cântico; ele é a minha salvação! (Isaías: 12.2) O ímpio foge, embora ninguém o persiga, mas os justos são corajosos como o leão. (Provérbios: 28.1) Sejam fortes e corajosos. Não tenham medo nem fiquem apavorados por causa deles, pois o Senhor, o seu Deus, vai com vocês; nunca os deixará, nunca os abandonará. (Deuteronômio: 31.6) Versículos sobre ousadia nas Cartas de Paulo: Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar. (2 Coríntios: 3.12) Grande é a ousadia da minha fala para convosco, e grande a minha jactância a respeito de vós; estou cheio de consolação; transbordo de gozo em todas as nossas tribulações. (2 Coríntios: 7.4) Rogo-vos, pois, que, quando estiver presente, não me veja obrigado a usar com confiança da ousadia que espero ter com alguns, que nos julgam, como se andássemos segundo a carne. (2 Coríntios: 10.2) Apesar de termos sido maltratados e insultados em Filipos, como vocês sabem, com a ajuda de nosso Deus tivemos coragem de anunciar-lhes o evangelho de Deus, em meio a muita luta. (1 Tessalonicenses: 2.2.) Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? (Romanos: 8.31) Estejam vigilantes, mantenham-se firmes na fé, sejam homens de coragem, sejam fortes. (1 Coríntios: 16.13) Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio. (2 Timóteo: 1.7) Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar. (2 Coríntios: 3.12) Versículos sobre ousadia em Atos dos Apóstolos: Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra. (Atos: 4.29) E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus. (Atos: 4.31) Então eles, vendo a ousadia de Pedro e João, e informados de que eram homens sem letras e indoutos, maravilharam-se e reconheceram que eles haviam estado com Jesus. (Atos: 4.13) Porque o rei, diante de quem também falo com ousadia, sabe estas coisas, pois não creio que nada disto lhe é oculto; porque isto não se fez em qualquer canto. (Atos: 26.26) Mas Paulo e Barnabé, usando de ousadia, disseram: Era mister que a vós se vos pregasse primeiro a palavra de Deus; mas, visto que a rejeitais, Continue lendo

Restrições na interpretação da Bíblia

Restrições na interpretação da Bíblia

Quem não for regenerado não pode compreender totalmente o significado da Bíblia. Quem não é salvo está cego espiritualmente (2 Co 4.4) e morto (Ef 2.1). Paulo escreveu: “Ora, o homem natural não aceita as cousas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2.14). Isso significa que quem não é salvo não tem condições de entender o que as Escrituras dizem? Não. Antes, significa que ele não tem a capacidade espiritual de receber e assimilar as verdades espirituais, Como disse Martinho Lutero certa vez, os irregenerados podem entender a gramática de João 3.16, mas eles não agem em decorrência dos atos ali descritos, E nesse sentido que são incapazes de conhecer as coisas do Espírito de Deus. Quem não é salvo não acolhe a verdade das Escrituras porque ela atinge em cheio sua natureza pecaminosa. O verbo grego traduzido por “aceitar”, em 1 Coríntios 2.14, é dechomai, “acolher”. Uma pessoa que não é salva, em quem o Espírito Santo não habita, pode entender mentalmente o que a Bíblia diz, mas ela rejeita a mensagem e se recusa a assimilá-la e praticá-la. Em contrapartida, lemos que os de Beréia “ … receberam [dechomai] a palavra com toda a avidez…” (At 17.11) e que os tessalonicenses receberam a Palavra “… com alegria do Espírito Santo” (1 Ts 1.6). A passagem de 1 Coríntios 2.14 também afirma que o irregenerado não entende as coisas espirituais. O verbo grego giriõskõ (“compreender”) não significa entender com o intelecto; significa compreender por experiência. Evidentemente, os irregenerados não experimentam a Palavra de Deus, porque não a acolhem. Só os regenerados têm a capacidade de acolher e experimentar as Escrituras mediante o Espírito Santo.[1] [1] Veja também Roy B. ZuCK, The Holy Spirit inyour teaching, ed. rev., Wheaton, Victor Books, 1984, p. 62-3. E preciso mais do que regeneração. Reverência e interesse por Deus e por sua Palavra também são fundamentais para a interpretação correta das Escrituras. Uma atitude de apatia ou arrogância em relação à Bíblia não colabora para o entendimento correto da verdade de Deus. As Escrituras são chamadas de santas e devem ser tratada como tal (2 Tm 3.15), Outros requisitos espirituais são o espírito de oração e a humildade. Um intérprete precisa reconhecer que, ao longo dos séculos, outros leitores da Bíblia lutaram para descobrir o sentido de muitas das mesmas passagens bíblicas e, por isso, talvez tenham adquirido conhecimentos sobre esses textos das Escrituras. Nenhum intérprete é infalível. Portanto, ele precisa admitir a possibilidade de sua interpretação de determinada passagem não estar certa. . Ao ler as Escrituras, deve haver também a disposição de obedecer-lhes, de colocar em prática o que foi aprendido na Palavra. Quando uma pessoa verifica como o Senhor atuou na vida das personagens bíblicas que lhe obedeceram ou desobedeceram e quando compreende os preceitos e as instruções bíblicas para a vida de cada um, ela deve dispor-se a seguir tais exemplos e orientações. A não-reverência pela Palavra, a Continue lendo

Versículos bíblicos para pessoas doentes

Versículos bíblicos para pessoas doentes

Eu vi os seus caminhos, mas vou curá-lo, eu o guiarei e tornarei a dar-lhe consolo. (Isaías: 57.18) Introdução: Ninguém gosta ou quer ficar doente, mas, infelizmente, faz parte do processo de vida do ser humano. Em algum momento, eu e você iremos ficar enfermos. A Palavra de Deus mostra que Jesus curou diversas pessoas e fez muitos milagres. Pois, é Ele que nos liberta das garras do pecado e nos cura de todas as doenças. Sendo assim, relacionamos alguns versículos que tratam desse tema, espero que você goste: Versículos para pessoas doentes no Antigo Testamento: É ele que perdoa todos os seus pecados e cura todas as suas doenças. (Salmos: 103.3) Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me e serei salvo, pois tu és aquele a quem eu louvo. (Jeremias: 17.14) Prestem culto ao Senhor, o Deus de vocês, e ele os abençoará, dando-lhes alimento e água. Tirarei a doença do meio de vocês. (Êxodo: 23.25) O espírito do homem o sustenta na doença, mas o espírito deprimido, quem o levantará? (Provérbios: 18.14) Como é feliz aquele que se interessa pelo pobre! O Senhor o livra em tempos de adversidade. (Salmos: 41.1) O Senhor o protegerá e preservará a sua vida, ele o fará feliz na terra e não o entregará ao desejo dos seus inimigos. (Salmos: 41.2) Versículos para pessoas doentes nos Evangelhos: Quando Jesus saiu do barco e viu tão grande multidão, teve compaixão deles e curou os seus doentes. (Mateus: 14.14) grande multidão dirigiu-se a ele, levando-lhe os mancos, os aleijados, os cegos, os mudos e muitos outros e os colocaram aos seus pés, e ele os curou. (Mateus: 15.30) Curem os enfermos, ressuscitem os mortos, purifiquem os leprosos, expulsem os demônios. Vocês receberam de graça; deem também de graça. (Mateus: 10.8) Chamando seus doze discípulos, deu-lhes autoridade para expulsar espíritos imundos e curar todas as doenças e enfermidades. (Mateus: 10.1) Ao anoitecer foram trazidos a ele muitos endemoninhados, e ele expulsou os espíritos com uma palavra e curou todos os doentes. (Mateus: 8.16) E assim se cumpriu o que fora dito pelo profeta Isaías: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças”. (Mateus: 8.17) Versículos para sobre o tema nas Cartas de Paulo Para impedir que eu me exaltasse por causa da grandeza dessas revelações, foi-me dado um espinho na carne, um mensageiro de Satanás, para me atormentar. (2 Coríntios: 12.7) Três vezes roguei ao Senhor que o tirasse de mim. (2 Coríntios: 12.8) Mas ele me disse: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. (2 Coríntios: 12.9) Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco é que sou forte. (2 Coríntios: 12.10) Versículos para pessoas doentes nas Cartas Gerais: Entre vocês há alguém que está doente? Que ele mande chamar Continue lendo

O valor da arqueologia para a Bíblia

O valor da arqueologia para a Bíblia

A arqueologia, com relação à Bíblia, presta-se a confirmar, corrigir, esclarecer e complementar a mensagem teológica contida no texto sagrado. Uma vez que a Palavra foi anunciada à humanidade em lugares e tempos específicos, torna-se necessário compreendermos o contexto histórico, cultural e religioso de seus destinatários. E, quanto mais claramente percebermos o significado original da mensagem, conforme comunicada ao mundo antigo, tanto melhor poderemos aplicar suas verdades eternas às nossas vidas, no mundo moderno. A arqueologia ajuda-nos a entender esse contexto, de modo que a verdade teológica não seja mal interpretada ou aplicada indevidamente. O professor Amihai Mazar, diretor da Universidade Hebraica no Instituto de Arqueologia de Jerusalém, declara-nos esse propósito: Penso que a coisa mais importante que temos de entender é que a arqueologia é a nossa única fonte de informação vinda diretamente do período bíblico […] A arqueologia pode trazer-nos a informação do período exato em que as coisas aconteceram […] um quadro completo da vida diária nesse período, bem como as inscrições […] que são a única evidência escrita que temos do período bíblico, afora a própria Bíblia. Confirmando a Bíblia De acordo com o Websters’ English Dictionary, confirmar é “dar nova certeza da validade” de alguma coisa. A arqueologia faz emergir das pedras uma nova certeza a respeito da Bíblia, que vem agregar-se à convicção de que já possuímos pelo Espírito. Seu valor é apologético, o qual desde o início da ciência arqueológica contribuiu tanto para instigar quanto para patrocinar as escavações. Apesar do recente distanciamento, nos círculos arqueológicos, das qualidades confirmatórias inerentes às evidências extraídas da terra, a maioria dos eruditos ainda atesta a significativa concordância entre as pedras e as Escrituras. Por exemplo, Amihai Mazar, apesar de avesso ao uso da arqueologia para legitimar a Bíblia, ainda assim admite ser possível corroborar a Bíblia com as descobertas arqueológicas: Em certos casos, podemos até lançar luz sobre certos eventos ou mesmo sobre certas construções como as que são mencionadas na Bíblia. Podemos enumerar muitos assuntos como esse onde a relação entre os achados arqueológicos e a narrativa bíblica pode ser estabelecida. Quanto mais recuamos no tempo, mais problemas [encontramos] e as questões são mais difíceis de responder. Nos períodos mais recentes [o tempo da monarquia], as coisas tornam-se mais seguras e melhor estabelecidas. Apesar de ser verdadeiro que a maior parte das evidências disponíveis abrangem épocas mais recentes da história israelita, as descobertas relativas a esses períodos refletem às vezes tempos mais antigos. Por exemplo, Gabriel Barkay descobriu em 1979, numa tumba no vale de Hinom, em Jerusalém, pequenos rolos de prata contendo um texto do Pentateuco — a bênção de Arão (Nm 6.24-26), datados de antes do exílio de Judá. O achado criou um problema para os eruditos que defendiam a autoria do Pentateuco como sendo de sacerdotes de época posterior ao exílio. Como resultado, suas teorias deverão ser abandonadas ou reformuladas. As confirmações da arqueologia à narrativa bíblica não se restringem à história. Elas demonstram também a singularidade da Bíblia, com sua teologia, quando Continue lendo

Versículos bíblicos sobre fofoca

Versículos bíblicos sobre fofoca

Quem guarda a sua boca guarda a sua vida, mas quem fala demais acaba se arruinando. (Provérbios: 13.3) Introdução: Fazer fofoca é levar alguma informação de uma pessoa para outra. E muitas vezes, essas informações possuem cunho pejorativo, expondo as pessoas a situações desagradáveis. É lógico que se trata de um comportamento condenado por Deus. Porém, infelizmente, muitos cristãos fazem isso e de forma contumaz. Não é preciso que se diga que fofoca é um pecado, porém, apesar disso, há pessoas que fazem isso o tempo todo. Esse tipo de atitude provoca muita contenda entre as pessoas, pois ninguém gosta de ver o seu nome ser levado e trazido pelos fofoqueiros. Sendo assim, relacionamos alguns versículos que tratam do tema e que mostram como a Palavra de Deus condena esse comportamento. Versículos de fofoca no Antigo Testamento: Com a boca o ímpio pretende destruir o próximo, mas pelo seu conhecimento o justo se livra. (Provérbios: 11.9) Quem esconde o ódio tem lábios mentirosos, e quem espalha calúnia é tolo. (Provérbios: 10.18) Quem muito fala trai a confidência, mas quem merece confiança guarda o segredo. (Provérbios: 11.13) Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica o que é justo, que de coração fala a verdade. (Salmos: 15.2) E não usa a língua para difamar, que nenhum mal faz ao seu semelhante e não lança calúnia contra o seu próximo. (Salmos: 15.3) O homem perverso provoca dissensão, e o que espalha boatos afasta bons amigos. (Provérbios: 16.28) Guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade. (Salmos: 34.13) Sem lenha a fogueira se apaga, sem o caluniador morre a contenda. (Provérbios: 26.20) Não faça declarações falsas e não seja cúmplice do ímpio, sendo-lhe testemunha mal-intencionada. (Êxodo: 23.1) Versículos de fofoca nas Cartas de Paulo: Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas a que for útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem. (Efésios: 4.29) Portanto, você, que julga, os outros é indesculpável, pois está condenando a si mesmo naquilo em que julga, visto que você, que julga, pratica as mesmas coisas. (Romanos: 2.1) Evite as conversas inúteis e profanas, pois os que se dão a isso prosseguem cada vez mais para a impiedade. (2 Timóteo: 2.16) Esforcem-se para ter uma vida tranquila, cuidar dos seus próprios negócios e trabalhar com as próprias mãos, como nós os instruímos. (1 Tessalonicenses: 4.11) Versículos de fofoca nas Cartas Gerais: Se alguém se considera religioso, mas não refreia a sua língua, engana-se a si mesmo. Sua religião não tem valor algum! (Tiago: 1.26) Fonte: palavra fiel.

O papel da crítica textual na correção de erros de transmissão

O papel da crítica textual na correção de erros de transmissão

No comentário anterior referimo-nos várias vezes ao papel desempenhado pela crítica textual quanto aos erros de copistas na transmissão do texto bíblico. Para que o leitor possa compreender um pouco da metodologia seguida pelos especialistas na análise desses desvios, os quais aparecem mesmo nos manuscritos mais antigos e nos melhores documentos, daremos as linhas mestras a serem seguidas para a solução desses problemas. O procedimento-padrão quanto aos erros de transmissão aplica-se a todos os documentos antigos, tanto sagrados quanto seculares. Fique claro, porém, que certos elementos relacionam-se às línguas bíblicas. Incluímos nesses casos o formato das letras hebraicas e o modo como evoluíram desde o período mais remoto até os tempos mais recentes, com a introdução de letras vocálicas (i.e., consoantes que indicavam sons vocálicos ou sua duração nas palavras). No caso do NT, composto numa língua que usava caracteres vocálicos ao lado de consoantes (grego coiné), as mudanças no formato das letras também davam ensejo a erros de cópia ao longo das várias gerações de copistas. Tipos de erros de transmissão Certos tipos de erros são susceptíveis de surgir quando se copia um documento original qualquer (Vorlage). Estamos todos sujeitos a substituir uma palavra homófona por outra; i.e., “cozer” por “coser” ou “massa” por “maça”. Em português, temos vários sons que podem ser escritos de diferentes maneiras, resultando em palavras diferentes: “haja” e “aja”, “haver” e “a ver”, “passo” e “paço”. Esse problema não era tão grave no hebraico antigo, nem no grego, mas existem grafias erradas até nos manuscritos mais antigos dos livros bíblicos, em grande parte por causa da semelhança de sons. Um dos erros mais comuns envolve a palavra lō. Se for escrita assim: l-’ (lamedh-aleph), temos o advérbio de negação “não”. Se, porém, for escrita assim: l-w (lamedh-waw), significa “a ele” ou “para ele”. Em geral, o contexto indica com clareza qual é o lō que se tem em vista. Todavia, às vezes tanto “não” como “a ele” seriam possíveis, e isso resulta em alguma confusão. Um bom exemplo de confusão com a palavra lō encontra-se em Isaías 9.2 (9.3 no texto em português). O TM traz l-‘, o que significa “não”. A Versão atualizada de Almeida, na sua segunda edição, traz: “Tens multiplicado este povo, a alegria lhe aumentaste; alegram-se eles diante de ti, como se alegram na ceifa…”. A Versão autorizada, do rei Tiago, traz: “Tens multiplicado este povo, e [em itálico] não lhe aumentaste a alegria; alegram-se diante de ti segundo a alegria da colheita”. O tradutor entendeu que aquele l-’ era “não” em vez de “lhe”, i.e.”para ele”, “para o povo”. Mas essa tradução introduz uma estranha inversão no pensamento: Deus aumentou o povo, no entanto, não lhe aumentou a alegria; ainda assim, alegram-se como os que se reúnem numa grande colheita. Mas até mesmo os copistas judeus massoréticos perceberam que havia aqui um lapso involuntário na escrita, pelo que colocaram na margem a grafia correta l-w. Portanto, o texto correto é o que aparece na Atualizada. A Versão siríaca Peshita Continue lendo

Versículos bíblicos de ajuda em situações especiais.

Versículos bíblicos de ajuda em situações especiais.

Porque ele livrará ao necessitado quando clamar, como também ao aflito e ao que não tem quem o ajude. (Salmos: 72.12) Introdução: A ajuda ao próximo é um dever de todo o cristão. E, muitas vezes, nos defrontamos com situações em que um irmão precisa de uma palavra. Por isso, é muito importante estarmos preparados, pois os pedidos chegam quando não esperamos. Pois, perder determinadas oportunidades por falta de preparo, não convém ao cristão que maneja bem a Palavra. Sendo assim, relacionamos alguns versículos que podem ser muito úteis nessas situações especiais. Aproveitamos, também, para fazer alusão às circunstâncias a que eles ser referem. Esperamos que você goste: Versículos de ajuda com relação ao amor ao dinheiro: De fato, a piedade com contentamento é grande fonte de lucro. (1 Timóteo: 6.6) Pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar. (1 Timóteo: 6.7) Por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos. (1 Timóteo: 6.8) Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição. (1 Timóteo: 6.9) Pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos. (1 Timóteo: 6.10) Versículos de ajuda com relação ao compartilhamento de dons: O amor deve ser sincero. Odeiem o que é mau; apeguem-se ao que é bom. (Romanos: 12.9) Nunca lhes falte o zelo, sejam fervorosos no espírito, sirvam ao Senhor. (Romanos: 12.11) Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração. (Romanos: 12.12) Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade. (Romanos: 12.13) Versículos de ajuda com relação à superação de preconceito: Não julguem, para que vocês não sejam julgados. (Mateus: 7.1) Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados e, a medida que usarem, também será usada para medir vocês. (Mateus: 7.2) Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? (Mateus: 7.3) Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? (Mateus: 7.4) Versículos de ajuda com relação ao respeito aos pais: Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo. (Efésios: 6.1) “Honra teu pai e tua mãe”, este é o primeiro mandamento com promessa. (Efésios: 6.2) Para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra”. (Efésios: 6.3) Versículos de ajuda com relação à obtenção de perdão: Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados! (Salmos: 32.1) Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa e em quem não há hipocrisia! (Salmos: 32.2) Enquanto escondi os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer. (Salmos: 32.3) Pois de dia e de noite a Continue lendo

O poder da palavra escrita

O poder da palavra escrita

Assim deverá ser escrito… Palavras escritas tinham grande importância para os antigos. Eles acreditavam que as palavras carregavam consigo uma força capaz de realizar a vontade de quem falava. Na produção de Os Dez Mandamentos, de Cecil B. DeMille, destaca-se nas cenas cruciais do filme o pronunciamento: “Assim deverá ser escrito…” O roteirista utilizou a frase de forma apaixonada para enfatizar o contraste entre a palavra da terra e a que é do céu. O faraó vale-se da frase para selar um decreto proferido contra Moisés (e Deus). Todavia, a frase, quando utilizada pelo faraó, não tem poder algum: ele e seus deuses são sempre derrotados por Moisés. Em contrapartida, Deus a utiliza de maneira poderosa. Moisés a pronuncia contra o faraó, e o rei descobre que não pode fazer nada além de aceitar o seu destino. No caso de algum ponto ser perdido, a cena final do filme reforça o poder da Palavra de Deus, mostrando um quadro da Bíblia sobre o qual a frase é majestosamente sobreposta. … assim deverá ser encontrado Nada é mais estimulante para um arqueólogo do que descobrir palavras escritas em tempos remotos. São como vozes do mundo antigo, raramente compreendidas, contudo falam alto àqueles experimentados em “ouvi-las”. Os profissionais treinados para ler tais escritos são chamados epigrafistas (de uma palavra grega que significa “escrito em cima”; as relíquias escritas são chamadas inscrições, de uma palavra latina que significa “escrever em cima”). Assim como a escrita moderna é preservada em materiais que variam do CD ao cartão postal, também as inscrições do mundo da Bíblia chegaram até nós impressas nos mais diferentes objetos. E, tal como hoje, podem apresentar- se sob as mais diversas formas, desde um trabalho escolar infantil até revelações religiosas. Desse modo, importantes pronunciamentos e documentos foram preservados nos mais resistentes materiais. As vezes, a escrita aparece sobre metal, porém, exceto pelas moedas, os metais eram reservados para textos e propósitos especiais. Por exemplo, a porção mais antiga que temos da Bíblia é a dos rolos de prata tirados de uma tumba no vale de Hinom. E um registro de valor inestimável, que aponta o local onde foi enterrado um tesouro, está preservado no Copper Scroll (Rolo de Cobre), um dos rolos do mar Morto. As inscrições mais bem preservadas do mundo bíblico encontram-se em artefatos de pedra ou argila. Inscrições em pedra são geralmente monumentais, associadas com edifícios públicos, para comemorar algum evento especial (vitória ou dedicação), ou em conexão com enterros, para preservar um nome ou como memorial. Os tamanhos variam desde os enormes obeliscos, painéis egípcios e estátuas aos pequenos e alongados cilindros usados para registro na Mesopotâmia. Contrariando a concepção hollywoodiana, os Dez Mandamentos encaixam-se na última categoria. Eles foram provavelmente escritos sobre placas ou tabletes de pedra mais ou menos do tamanho de uma mão humana. As inscrições em argila estão geralmente associadas a comunicações diplomáticas e arquivos arqueológicos. (Todavia, sendo a argila um material barato e durável, era também usada para outros propósitos, como inventários Continue lendo

Definições de hermenêutica

Definições de hermenêutica

Que exatamente vem a ser hermenêutica? E em que difere de exegese e exposição? A palavra “hermenêutica” deriva do verbo grego hermêneuo e do substantivo hermêneia. Esses termos estão relacionados a Hermes — o deus-mensageiro de pés alados da mitologia grega. Cabia a ele transformar o que estava além do entendimento humano em algo que a inteligência humana pudesse assimilar. Afirma-se que foi ele quem descobriu a linguagem verbal e a escrita, tendo sido o deus da literatura e da eloquência, dentre outras coisas. Ele era o mensageiro ou intérprete dos deuses e principalmente do pai, Zeus. Assim, o verbo hermêneuo passou a significar o ato de levar alguém a compreender algo em seu próprio idioma (logo, “explicar”) ou em outra língua (logo, “traduzir”). Em nossa língua, o verbo “interpretar” às vezes é empregado com o sentido de “explicação”; outras, com o sentido de “tradução”. Nas 19 vezes em que os termos hermêneuo e hermêneia aparecem no Novo Testamento, o sentido quase sempre é de tradução. O verbo diermêneuo é empregado em Lucas 24.27: “E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras”. Quando Jesus falou com Simão, disse: ”… tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro)” (Jo 1.42). A locução verbal “quer dizer” é tradução do grego hermêneuo. Em certo sentido, uma tradução é uma explicação; é explicar numa língua o que foi expresso em outra. Portanto, interpretar inclui esclarecer e tomar inteligível o que era obscuro ou desconhecido. A hermenêutica, como já foi dito, é a ciência e a arte de interpretar a Bíblia. Outra definição de hermenêutica seria: ciência (princípios) e arte (tarefa) de apurar o sentido do texto bíblico. Como escreveu Terry: Assim, a hermenêutica é tanto ciência coino arte. Na qualidade de ciência, enuncia princípios, investiga as leis do pensamento e da linguagem e classifica seus fatos e resultados. Como arte, ensina como esses princípios devem ser aplicados e comprova a validade deles, mostrando o valor prático que têm na elucidação das passagens mais difíceis. Portanto, a arte da hermenêutica desenvolve e constitui um método exegético válido. [1] [1] . Milton S. T e r r y, Biblical hermemutics, 2, ed., 1883; reimp., Grand Rapids, Zondervan, s.d., p. 20. Em que consistem, então, a exegese e a exposição? A exegese pode ser definida como a verificação do sentido do texto bíblico dentro de seus contextos histórico e literário. A exposição é a transmissão do significado do texto e de sua aplicabilidade ao ouvinte moderno. A exegese é a interpretação propriamente dita da Bíblia, ao passo que a hermenêutica consiste nos princípios pelos quais se verifica o sentido. A homilética é a ciência (princípios) e arte (tarefa) de transmitir o significado e a importância do texto bíblico sob forma de pregação. A pedagogia é a ciência (princípios) e arte (tarefa) de transmitir o significado e a aplicação do texto bíblico sob forma de ensino. A exegese consiste no estudo individual, e a exposição, na Continue lendo

O que é arqueologia “bíblica”?

O que é arqueologia “bíblica”?

A palavra “arqueologia” deriva do termo grego archaiología, que significa “estudo das coisas antigas [ou arcaicas]”. Os gregos usavam a palavra “arqueologia” para descrever antigas lendas e tradições. A primeira menção conhecida — em inglês — data de 1607, usada numa referência ao “conhecimento” sobre o Israel antigo com relação a fontes de literatura como a Bíblia. Então, no século XIX, quando começaram a ser desenterrados artefatos dos tempos bíblicos, a palavra foi a estes aplicada (excetuando-se os documentos escritos). Portanto, a arqueologia está ligada à Bíblia desde o começo. E hoje é entendida como um departamento da pesquisa histórica que busca revelar o passado por uma recuperação sistemática de seus resquícios. Todavia, à medida que a arqueologia se desenvolveu como ciência e as escavações alcançaram terras além das que têm relevância bíblica, surgiu a necessidade de se cunhar um termo mais exclusivo. E assim, como uma disciplina distinta em um campo mais extenso, nasceu a “arqueologia bíblica” — a ciência da escavação, decifração e avaliação crítica dos registros de materiais antigos relativos à Bíblia. O nascimento da arqueologia bíblica A arqueologia nasceu quando os homens começaram a querer recuperar materiais do passado. Os primeiros arqueólogos, se é que podemos chamá-los assim, foram os ladrões de tumbas, que pilhavam os sepulcros da Antiguidade (geralmente não muito tempo depois de serem selados). Apesar do risco de acabar preso numa tumba com os cobiçados tesouros e da morte a que estava sujeito o ladrão aprisionado, a “profissão” aparentemente floresceu. A maioria das grandes tumbas do passado descobertas em nosso tempo já haviam sido visitadas por aqueles “profissionais”. Quando em tempos relativamente modernos o passado começou a ser explorado por aventureiros europeus, relíquias e souvenires eram levados para casa com o propósito de encantar amigos e conquistar fama. Logo os caçadores de fortuna começaram a proliferar, navegando para terras distantes em busca de riquezas que imaginavam estarem à espera deles nas vastas minas sem dono que eram as antigas ruínas. As “escavações” desses mercenários destruíam material em proporção idêntica à dos achados. Outros, porém, com um espírito diferente, começaram a registrar as suas observações em pinturas e desenhos, que, apesar do romantismo, traziam notícias de terras e culturas havia muito esquecidas. A primeira tentativa “científica” em arqueologia foi conduzida por Napoleão Bonaparte em 1798. Seu interesse pela arqueologia era evidente, considerando- se a maneira como se dirigiu às tropas francesas após ter invadido o Egito: “Do alto destas pirâmides, cinqüenta séculos vos contemplam!” Diz-se que Thomas Jefferson “explorou cientificamente” os túmulos da Virgínia. No século seguinte, outros americanos, como Edward Robinson e Eli Smith, juntaram-se a um grupo de eruditos da Inglaterra, Suíça, França, Alemanha e Áustria para publicar plantas topográficas, mapas detalhados e resultados de árduas escavações nas terras bíblicas. As primeiras expedições arqueológicas, executadas com altos custos, foram quase todas financiadas por pessoas cujo principal interesse era a Bíblia. Assim, na maioria das vezes, o progresso da arqueologia como um todo deveu-se ao impulso da arqueologia bíblica. Quaisquer que tenham sido Continue lendo

A aventura da arqueologia

A aventura da arqueologia

Revelando os segredos das eras passadas Vivemos um período de entusiasmar! Descobertas arqueológicas estão brotando por todo o mundo, mais rápido do que os nossos jornais podem informar. E são boas as notícias para os estudantes das Escrituras: grande parte dos achados está ajudando, como nunca antes, na compreensão da Bíblia. Para ilustrar o quanto e quão rápido o passado está invadindo o presente, aqui estão apenas algumas das maravilhosas descobertas, com relevância para a Bíblia, feitas até a época deste escrito, no início de 1997: • Uma câmara escondida foi descoberta no vale do Rei (Luxor, Egito) próximo à tumba do famoso rei Tut. Ela pode ser o lugar do sepultamento do primogênito do faraó Ramsés II. Se for correta a teoria de que era ele o faraó do Êxodo, então seu filho foi morto na última praga ordenada por Moisés. • Sob as ondas da costa de Alexandria, Egito, milhares de artefatos dos anos 670-30 a.C. foram encontrados. Entre eles, uma das sete maravilhas do mundo antigo, o grande farol de Alexandria, desaparecido há mais de 2.200 anos. Outras descobertas incluem palácios reais de figuras famosas como a rainha Cleópatra, Júlio César e Marco Antônio. E, em algum lugar nesse sítio submerso de cerca de cinco acres e meio, arqueólogos creem que encontrarão pelo menos o sarcófago dourado de Alexandre, o Grande, que fundou a cidade em 323 a.C. e cuja conquista do mundo conhecido foi predita pelo profeta hebreu Daniel (veja Dn 11.3,4). • Descoberta recente, ainda não publicada, é a de uma inscrição cuneiforme de 3.500 anos sobre um prisma de argila do reino sírio deTikunani. Os primeiros trabalhos de tradução levaram ao anúncio de que o texto pode finalmente conter a identidade há muito procurada dos enigmáticos habirus, povo que alguns acreditam estar relacionado aos hebreus bíblicos. • Há notícias de que satélites, utilizando-se de raios infravermelhos, localizaram o desaparecido rio Pisom. Há muito enterrado pelas areias do deserto, seu antigo curso pôde ser traçado pelo satélite no leito de Farouk El-Baz, que corre de Hijaz, no Oeste da Arábia, até o Kuwait. Esse rio, junto com os bem conhecidos Tigre e Eufrates, ajuda a definir a localização do jardim do Éden na Bíblia (Gn 2.11). • E, falando no jardim do Éden, chega de Israel a notícia de uma serpente fossilizada com pernas traseiras bem desenvolvidas encontrada numa pedreira. A descoberta de uma cobra com pernas dá relevância à história da serpente descrita no relato da tentação, no livro de Gênesis (Gn 3.1-15). • Já ouviu falar nos misteriosos essênios? Cinquenta tumbas descobertas recentemente em Beit Safafa, sudoeste de Jerusalém, podem ser a primeira evidência dessa comunidade perdida. Crê-se que um grupo de essênios habitou Qumran e produziu os manuscritos do mar Morto. As tumbas de Jerusalém são do mesmo período e exatamente iguais às de Qumran. Esse achado pode ser o elo que faltava entre Jerusalém e Qumran, resolvendo finalmente o enigma da autoria dos manuscritos do mar Morto. Se esses relatórios são Continue lendo

A seleção dos líderes que Deus quer usar

A seleção dos líderes que Deus quer usar

Qualquer processo humano de seleção apresenta defeitos, até fracassos ocasionais. As críticas ao técnico da seleção brasileira que representou o Brasil nas finais da Copa do Mundo de Futebol da França provam que, mesmo nos esportes, o melhor homem, para aquela função, não tem o apoio de todos os torcedores do time o tempo todo. Em assuntos de importância eterna, a descoberta e a seleção do melhor líder para uma igreja ou uma organização pode ser um trabalho agonizante e paralisador. O desafio deste capítulo tem como foco os importantes passos no processo de seleção e nas características e personalidades que devem ser procuradas em um líder. Procurando um Homem com o Coração de Deus O primeiro passo concentra-se na oração. Em oração, uma pessoa espera em Deus para indicá-la quem ama ao Senhor e verdadeiramente deseja uma vida de intimidade com ele. Da multidão de discípulos que seguiram Jesus foi importante selecionar doze para aprender com ele e sair para pregar (Mc 3.14). Jesus investiu uma noite inteira em oração antes de escolher os doze homens que se tornariam apóstolos (Lc 6.12). Os onze apóstolos oraram para Deus intervir na seleção do sucessor de Judas (At 1.24-26). Foi durante o período de oração e jejum dos principais líderes da Igreja em Antioquia que o Espírito Santo disse: “Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado” (At 13.2-3). É provável que a seleção de Timóteo para liderar a Igreja depois que os anciãos tinham imposto suas mãos sobre ele e profetizado, foi acompanhada de oração de fé (1Tm 4.14). Procurando um Homem Aprovado Se um líder causou problemas em sua posição anterior, somente uma evidência muito forte, indicando uma mudança para melhor, será o sinal de uma boa escolha. Uma denominação evangélica no México colocou como regra para a ordenação vários passos necessários para o pastorado. Somente os homens que tivessem cruzado, de forma bem-sucedida, esses passos passariam pela ordenação. Os passos são os seguintes: 1) Se um jovem alegasse ter recebido o chamado ao ministério, ele seria solicitado a investir um ano evangelizando e distribuindo folhetos evangelísticos. 2) Se ele demonstrasse certa habilidade em convencer pessoas a considerarem Cristo, ele, então, seria solicitado a começar uma congregação ou um ponto de pregação. Se ele fosse bem sucedido em trazer um grupo de pessoas para regularmente adorar a Deus e ouvir a sua Palavra, ele poderia prosseguir ao terceiro passo. 3) Ele seria solicitado a servir como assistente de um pastor. Assim, poderia aprender não somente os segredos de um ministério bem sucedido, como também, o pastor poderia avaliar sua atitude de servo por um ano. 4) Com a confirmação do pastor, ele era, então, obrigado a completar o curso de seminário ou escola bíblica. 5) Após o término bem-sucedido dos seus estudos teológicos, ele seria submetido a uma série de três dias de perguntas feitas por pastores. Se estes finalmente ficassem convencidos de que ele tinha as qualidades e o conhecimento necessário para o Continue lendo