Um missionário perguntou certa vez a um notável converso o que fora que mais o influenciara a se tornar seguidor de Cristo. O crente, que antes de se converter fora muito ímpio, deteve-se um momento antes de responder. – Estes olhos já viram muitos males – começou ele lentamente – e estas mãos praticaram muito pecado e violência. Minha mente estava constantemente premeditando e forjando o mal. Mas… (aqui o converso fez prolongada pausa e depois continuou): Mas, Sr. F., quando meus amigos que haviam sido ladrões deixaram de roubar, quando mentirosos começaram a dizer a verdade, quando homens cruéis se tornaram bondosos, concluí que devia haver em sua religião cristã algo de valor. Vi isso não no templo mas na vida deles. Sem dúvida haverá maior número de pessoas no reino de Deus, por terem visto sermões, do que por os terem ouvido. Paulo diz que somos “carta… conhecida e lida por todos os homens”. –   “Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens” 2 Coríntios 3:2  …mas sê o exemplo dos fiéis…” I Timóteo 4:12   www.universidadedabiblia.com.br  

Escavações podem confirmar minas do rei Salomão   A velha briga para determinar o que é fato e o que é lenda nos textos bíblicos acaba de passar por mais uma reviravolta – e quem saiu ganhando foi o glorioso reino de Salomão, filho de Davi, que teria governado os israelitas há 3.000 anos. Escavações na Jordânia sugerem que a extração de cobre em escala industrial no antigo reino de Edom – região que, segundo a Bíblia, teria sido vassala dos reis de Israel – coincide, em seu auge, com a época do filho de Davi. Em outras palavras: as célebres “minas do rei Salomão” podem ter existido do outro lado do rio Jordão. A pesquisa, coordenada pelo arqueólogo Thomas E. Levy, da Universidade da Califórnia em San Diego, está na edição desta semana da prestigiosa revista científica americana PNAS, e bate de frente com os que duvidam da existência de uma monarquia poderosa em Jerusalém durante o século 10 a.C. Segundo esses pesquisadores, como Israel Finkelstein [ele é um arqueólogo ateu, figura sempre presente nas páginas da Superinteressante e da Galileu], da Universidade de Tel Aviv, tanto a região de Jerusalém quanto a área de Edom, onde as minas foram encontradas, eram habitadas por uns poucos aldeões e pastores nômades nessa época. O surgimento de reinos politicamente bem organizados e capazes de empreendimentos de larga escala só teria sido possível por ali cerca de 200 anos depois. Levy discorda. “O que nós mostramos de forma definitiva é a produção de metal em larga escala e a presença de sociedades complexas, que podemos chamar de reino ou Estado arcaico, nos séculos 10 a.C. e 9 a.C. em Edom. Trabalhos anteriores afirmavam que o que a Bíblia dizia a respeito disso era um mito. Nossos dados simplesmente mostram que a história de Edom no começo da Idade do Ferro precisa ser reinvestigada usando ferramentas científicas”, declarou o arqueólogo ao G1. A região escavada por Levy e seus colegas na Jordânia é uma velha suspeita de ter abrigado as famosas minas salomônicas. Nos anos 1940, o arqueólogo americano Nelson Glueck já tinha defendido a idéia. No entanto, foi só com as escavações em larga escala no sítio de Khirbat en-Nahas (em árabe, “as ruínas de cobre”), ao sul do Mar Morto, que o tamanho da atividade mineradora ali ficou claro. Estima-se que, só em sobras da extração do minério, existam no local entre 50 mil e 60 mil toneladas de detritos. Numa escavação iniciada em 2006, Levy e seus colegas desceram pouco mais de 6 m e montaram um quadro em alta resolução da história de Khirbat en-Nahas. A ocupação começa com uma estrutura retangular de pedra, com protuberâncias ou “chifres”. “Pode ter sido um altar”, conta o arqueólogo – esses “chifres” eram usados como plataforma para besuntar o sangue dos animais sacrificados na antiga Palestina. Acima dessa estrutura, ao menos duas grandes fases de extração de cobre estão documentadas, com paredes de pedra que serviam como instalação industrial. Uma das formas Continue lendo

Gratidão , porque Ele tem sido fiel . Hoje vamos estudar sobre o Salmo 100 lá  encontramos dois ensinamentos extremamente necessários com respeito à gratidão a Deus. Em primeiro lugar, veremos que o salmista nos “convida” excessivamente a sermos sempre agradecidos ao Senhor. Porém, além de convidar, o salmista também mostra os motivos. Daí, tiramos o segundo ensinamento do salmo. Em segundo lugar, no Salmo 100, somos motivados exageradamente a ser sempre agradecidos ao Senhor! (Sl 100: 3,5).Uma série de motivos é alistada. Vejamos cada um deles. Primeiro, devemos agradecê-lo porque Ele é Deus! “Sabei que o Senhor é Deus…” Ele está acima de nós! Isso deveria ser o suficiente para Deus receber a nossa gratidão! Não devemos adorar o Senhor somente pelo que Ele fez, faz ou fará, mas, pelo que Ele é: Deus! Soberano, absoluto e digno de glória! Segundo, devemos agradecê-lo porque Ele nos fez!“Foi ele e não nós, que nos fez povo seu…” Ele é o nosso criador! Você não está neste mundo por acaso, nós não somos uma mera obra da natureza, como dizem os evolucionistas, somos filhos de Deus, criados por Ele. Deus te fez com carinho, dedicação. E mais, nos escolheu para sermos seu povo. Se hoje existimos, é o porquê um dia o nosso supremo criador quis que assim fosse. Terceiro, devemos agradecê-lo porque Ele cuida de nós!“…nos fez povo seu e ovelha do seu pasto.” O Senhor é o nosso pastor. Pastor é sinônimo de cuidado. Deus cuida de nós! Nada do que acontece na tua vida foge dos cuidados do supremo pastor. Ele não somente nos criou, mas, também nos sustenta, preserva e fortalece. Seja sempre agradecido pelo cuidado de Deus na sua vida. Quarto, devemos agradecê-lo porque Ele é bom!“Porque o Senhor é bom…” Apesar de muitas vezes, nós, sermos “chatos”, raivosos, “cricris”, ensimesmados, com Deus não é assim, Ele é bom, sempre foi e sempre será. Devemos ser agradecidos ao Senhor pela sua bondade nas nossas vidas: “O Senhor é bom, uma fortaleza no dia da angustia…” Naum 1:7 Quinto, devemos agradecê-lo porque Ele nos ama!“…seu amor dura pra sempre…” Quantas pessoas começam amar hoje e amanhã já era. O amor de Deus por nós não tem fim. Deus não te ama hoje mais do que ontem e nem te amará amanhã mais que hoje. Por isso irmão agradeça ao Senhor! Como é bom saber que Ele nos ama! Sexto e último, devemos agradecê-lo porque Ele é fiel!“e sua fidelidade se estende de geração a geração.” Quantos já não “tomaram os canos” no trabalho, quantos falsos amigos na vida, quantas promessas falsas já ouvimos. Com Deus isso não acontece, Ele promete e cumpre. Ele é fiel! Não “fiel a mim”, como dizem algumas músicas cristãs, mas fiel a Ele mesmo! E por ser fiel a Ele, e usar de muita graça e misericórdia conosco, continua a nos abençoar. Deus é ou não é digno de receber a nossa gratidão? Veja quantas razões o salmista nos apresenta. Agradeça sempre Continue lendo

    “Graças a Deus pelo seu dom inefável.” 2 Coríntios 9.15 Ingratidão para com o Senhor é um grande pecado de omissão! Quantos motivos temos para Lhe agradecer! Mas o maior motivo de gratidão de nossa parte para com Deus é Seu Filho amado, que Ele entregou à morte maldita na cruz. Gratidão para com o Senhor é agradável a Deus, pois está escrito: “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” Você já deu graças ao Senhor hoje? A medida de sua gratidão ao Senhor também determina a medida da vitória de Jesus em sua vida. Dar graças é a mais alta expressão de fé: “Não andeis ansiosos de cousa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça.” Mas são poucos os filhos de Deus que têm o hábito de agradecer a Deus e louvá-lO antes de Lhe fazerem seus pedidos e suas súplicas. Agradeça-Lhe em primeiro lugar, de todo o coração, pela salvação. Agradeça-Lhe que Ele o carregou e suportou até hoje. Dê graças por ter se tornado um filho de Deus, agradeça por Ele ter lhe dado o novo nascimento. O Senhor gosta de ouvir isso, e assim você estará fazendo a Sua vontade. Através do agradecimento, o Senhor é honrado, e você fica feliz e interiormente livre para interceder de maneira correta pelos outros diante do trono da graça.  (Pérolas Diárias)  

  “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.” 2 Coríntios 12:9-10  

“Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer.” Provérbios 23:22

Título Em hebraico, os livros de Moisés não têm títulos particulares; servem lhes de título as primeiras palavras do livro. No Gênesis o preâmbulo “no princípio” define o caráter do todo o livro, e acontece o mesmo com as palavras “chamou o SENHOR” que abrem o Levítico. Realmente não há outro livro da Bíblia que contenha tantas palavras expressas pelo próprio Deus. Nesse livro, Deus, de Seu santuário celeste, chama a Moisés e com ele a todo Israel. O Senhor exorta o homem a se santificar para se aproximar dEle. Isto seria o papel principal da tribo de Levi. Como esse conjunto de ordenanças rituais que compõe o livro regula o comportamento dos sacerdotes em seu ofício, os tradutores da versão grega dos Setenta, intitularam-no simplesmente Levítico.     Finalidade do Livro A santidade de Deus tem exigências das quais o homem não está consciente. Moisés foi intimado a se apresentar à tenda da congregação, onde Deus estava, para receber dEle as diretrizes de que Israel precisava. Mas, por que tantas instituições cerimoniais, cujos detalhes são minuciosamente previstos por Deus, e onde nada foi deixado ao acaso? O Espírito de Deus tem em vista aqui uma dupla finalidade.       a) Mostrar ao israelita o contraste entre suas limitações próprias e a justiça absoluta dAquele que lhe fala, e esta é a palavra chave do livro: “Disse o SENHOR a Moisés: Fala a toda a congregação dos filhos de Israel, e dize-lhes: Santos sereis, porque Eu, o SENHOR vosso Deus sou santo” (19:1,2).     b) Apresentar com antecedência ao israelita o supremo sacrifício, o de Jesus Cristo, através dos múltiplos holocaustos e sacrifícios de expiação, que prefiguram a obra realizada na cruz do Calvário.     É, pois, um livro que não revela seus tesouros, senão â luz do Novo Testamento, e que só pode ser meditado se nos colocarmos diante da Pessoa e obra de Jesus Cristo. Cortesia Universidade da Bíblia – www.universidadedabiblia.com.br   O plano do livro Capítulo 1-10: o que Deus propõe a Israel Cinco sacrifícios (cap. 1-5) Um sacerdócio bem regulado (cap. 6 e 7) Sacerdotes inteiramente consagrados (cap. 8-10).   Capítulos 11-27: o que Deus prescreve a Israel Leis absolutas abrangendo todos os domínios da vida.   Nesta seção alguns capítulos são mais importantes que outros:     13-14 – A lei sobre a lepra, que prefigura a obra de Cristo em relação ao pecado. 16 – A lei da cerimônia das expiações, tipo da obra de Cristo na cruz. 23 – A lei sobre as festas de Israel, imagens representando o conjunto da obra eterna de Cristo. 26 – As bênçãos, que ilustram a sorte presente e futura do povo de Israel, fora de Cristo e depois em Cristo. Glossário 7:34 O peito movido – Ato de apresentação a Deus, com movimento de um lado para outro (confira 7:34 e 23:11).     8:7,8 A estola sacerdotal – Estola é a túnica do sacerdote, guarnecida de pedras preciosas (confira Êxodo 28:6-30) entre Continue lendo

  Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Filipenses 3:13-14    

Numa universidade, dois amigos que cursavam medicina iam muito bem nas provas e trabalhos da faculdade. No final do semestre ambos tinham notas entre 9 e 10. Havia uma prova final no curso de Química, mas, a dupla estava tão confiante nas suas notas que resolveu passar um final de semana festejando com amigos de uma outra universidade. A festa foi grande e também a ressaca. Ambos dormiram tarde demais e chegaram atrasados na universidade na Segunda, dia da prova final. Ao invés de tentar fazer o exame, a dupla procurou o professor depois com uma história que inventaram. Os dois afirmaram que o carro deles teve um pneu furado e ficaram sem pneu de reserva. Segundo eles, demorou para consertar o pneu e isso resultou no atraso deles para o exame. O professor considerou a história dos dois e concordou que daria uma segunda chance de fazer o exame no dia seguinte. Ambos estudaram para valer aquela noite e foram ao exame no dia seguinte na hora marcada. O professor colocou ambos em salas separadas e lhes entregou a prova. Quando começaram o exame, perceberam que a primeira pergunta era uma questão fácil e valia cinco pontos. Animados, responderam à primeira pergunta e viraram a página. Na segunda página havia apenas uma pergunta – “Qual dos quatro pneus furou?” A resposta valia 95 pontos.   *** O que usa de fraude não habitará em minha casa; o que profere mentiras não estará firme perante os meus olhos. Salmos 101:7 Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor; mas os que praticam a verdade são o seu deleite. Provérbios 12:22 Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros. Efésios 4:25 Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do homem velho com os seus feitos, e vos vestistes do novo, que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; Colossenses 3:9-10