O Apóstolo João “Ora, achava-se reclinado sobre o peito de Jesus um de seus discípulos, aquele a quem Jesus amava.” (Jo 13:23) O corriqueiro nome João provém do grego IwannhV, Ioannes, que por sua vez adveio do hebraico Yohanan (2 Rs 25:23), “Yahweh é benigno” (Glossário de Nombres Bíblicos. Enlow, Jack. Casa Bautista de Publicaciones, USA, 1986, p.58), “Graça ou favor de Deus” (Pequena Enciclopédia Bíblica, Boyer, Orlando. Inst. Bibl. A. D., SP, 1966, p.429). Filho de Zebedeu, irmão de Tiago, recebeu com este irmão o nome de Boanerges (Filhos do trovão) da parte de Jesus (Mc 3:17). Foram convocados, ao que se indica, após Pedro e André, sendo companheiros de Simão e também pescadores. Estando num barco com o pai, consertando as redes, deixaram tudo imediatamente e seguiram a Jesus (Mt 4:21, Mc 1:19). Parece ter sido de uma próspera família, pela presença de empregados junto ao ofício de seu pai (Mc 1:20). Figurava na lista dos doze (Mt 10:2) acompanhando sempre a Jesus com Tiago e Pedro, como na transfiguração (Mt 17:1), na cura da sogra de Pedro (Mc 1:29), da filha de Jairo (Mc 5:37) e no Getsêmani (Mt 26:37). Proibiu certo homem que expulsava demônios por um impulso faccionista, sendo censurado por Jesus (Lc 9:49,50). Desejou com seu irmão que descesse fogo do céu para consumir samaritanos que não receberam a Jesus (Lc 9:51-56), assim como ambicionou assentar-se com seu irmão ao lado de Jesus em tronos (Mt 20:21). Este discípulo “…a quem Jesus amava, estava reclinado no seio de Jesus” (Jo 13:23, 19:26, 21:20), assistiu ao julgamento (Jo 18:16) e crucificação (Jo 19:26) do Senhor. Jesus entregou sua mãe Maria aos seus cuidados (Jo 19:27). Foi o primeiro a chegar ao sepulcro de Cristo (Jo 20:4), sendo um dos primeiros a contemplar a evidência maravilhosa da ressurreição: o túmulo vazio. Ah! estou tão triste pois perdi o meu amado Ah! se Ele me visse tão sozinho neste estado Eu que sempre estive no seu peito debruçado Deus, ó Deus me assiste pois me sinto perturbado! Vem de lá de longe a correr Joana e Marias Mal eu posso crer no que me acabam de contar: “João, teu mestre é vivo, Ele é mesmo o Messias Não chores mais, esquece a dor O teu amado ressuscitou!” (Guilherme Kerr Neto) Após o Pentecostes, com companhia de Pedro ia ao templo, efetuou uma cura (At 3:1) e apresentou-se perante o sinédrio (At 4:13,19). Apesar de “…iletrado e indouto…” (At 4:13) era intrépido no falar, pelo poder Daquele que o usou junto com Pedro para realizar a cura do coxo de nascença à porta Formosa, a fim de esmolar (At 3:2). Pastor da Igreja de Éfeso, foi levado para a ilha de Patmos, no Egeu, em tempos de dura perseguição, aparentemente ao mesmo tempo em que o apóstolo Pedro fora crucificado e Paulo decapitado. Escreveu as Revelações (Livro de Apocalipse) em 95 d.C, relatando as visões e profecia recebidas ali naquela solitária ilha. Presume-se ainda ter sido o Continue lendo

   “Instrui a criança no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se  desviará dele” (Prov.22.6) Quando se trata de Internet, é muito importante que vocês verifiquem os sites de maior interesse dos seus filhos, pois só assim ficarão inteirados dos conteúdos com os quais eles estão tendo contato. Por isso, nossa ideia de compartilhar com vocês, pais ou responsáveis, uma excelente opção de ensino e conteúdo cristão infantil. Conteúdo cristão sadio e edificante para crianças e  pré-adolescentes! Presenteie seu pequenino de Jesus!

[O PASTOR NÃO TRABALHA] Se um Professor estuda, se prepara e dá uma aula de 45 minutos, ele está trabalhando. Se um Pastor estuda, se prepara e prega uma mensagem de 45 minutos, ELE NÃO TRABALHA. Se um Psicólogo atende e aconselha pessoas, ele está trabalhando. Se um Pastor atende e aconselha pessoas, ELE NÃO TRABALHA. Se um Administrador se organiza, faz reforma, contrata mão de obra, e gerencia uma empresa, ele está trabalhado… Se um Pastor se organiza, faz reforma, contrata mão de obra e gerencia uma igreja, ELE NÃO TRABALHA. Se um contador faz os cálculos, economiza, equilibra as finanças e faz investimentos, ele está trabalhando… Se um Pastor faz cálculos, economiza, equilibra as finanças e faz investimentos na igreja, ELE NÃO TRABALHA. Se qualquer um desses tirar férias, é justo, afinal, eles trabalham… Já um pastor não pode tirar férias, não deve receber salário, e não merece respeito… Afinal, ELE NÃO TRABALHA. VALORIZE SEU PASTOR! VIDA DE PASTOR: PASTOR É ALVO DAS MAIS DESENCONTRADAS OPINIÕES… *Se o Pastor é ativo* – É ambicioso *Se é calmo* – É preguiçoso *Se o Pastor é exigente* – É intolerante *Se não exige* – É displicente *Se o Pastor visita* – É incômodo *Se não visita* – É irresponsável pelas ovelhas *Se o Pastor fica com os jovens* – É imaturo *Se fica com os adultos* – É antiquado e ultrapassado *Se fica com as crianças* – É infantil *Se procura atualizar-se* – É mundano *Se não atualizar-se* – É mente fechada *Se o Pastor cuida da família* – É descuidado com a Igreja. *Se o Pastor cuida da Igreja* – É descuidado com a família *Se prega pouco* – É que não tem mensagem *Se prega muito* – É enfadonho *Se não tem boa oratória* – É despreparado *Se tem boa oratória* – É exibido *Se procura agradar a todos* – É sem personalidade *Se é positivo, e procura corrigir* – É parcial *Se o Pastor se veste bem* – É vaidoso *Se veste mal* – É relaxado *Se não sorri* – É cara dura *Se o Pastor ri* – É irreverente *Se realiza programas novos* – É que só quer viver de promoções *Se não realiza.* – É que não tem ideias *Se o Pastor é alegre* – É sem linha *Se chora no púlpito* – É chorão *Se o Pastor organiza trabalho* – É explorador do rebanho *Se não organiza* – É que não dá trabalho ao rebanho *Se o Pastor fala alto* – É irritante *Se fala baixo* – É um coitado, não tem voz ativa *Se o Pastor prega na rua* – Está baratiando o evangelho *Se só fica na igreja* – É acomodado nas quatro paredes *Se o pastor está triste,* _Já dizem que perdeu a fé. *Se o pastor fica doente,* _É porque está na carne.   *Ser Pastor é um tremendo desafio* É uma questão de chamada e de entrega. O Pastor é uma pessoa, que tem sentimentos! Entenda o seu Pastor! Continue lendo

  O APÓSTOLO TIAGO “Vendo isto os discípulos Tiago e João, disseram: Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para os consumir?” (Lc 9:54) Tiago (gr. IakwboV, Iákobos, do heb. Iahkhob, Jacó). Filho de Zebedeu e Salomé, irmã da mãe de Jesus (Mc 15:40; Mc, 16:1; Jo 19:25); portanto, primo de Jesus, que o chamou juntamente com seu irmão João, o amado, quando ambos estavam no barco de pesca com o pai, consertando as redes (Mt 4:21; Mc 1:19). Possivelmente tinha certa posição, pois seu pai tinha empregados em seu ramo de trabalho, a pesca (Mc 1:20). Deixando seu pai com os “jornaleiros” (diaristas), seguiu a Jesus com seu irmão, aos quais o Senhor chamou de BoanhrgeV, Boanerges, que quer dizer “filhos do trovão” (Mc 3:17). Esteve na sinagoga de Capernaum (Cafarnaum), num sábado, ouviu os ensinos do Mestre, maravilhando-se da sua doutrina, presenciando a expulsão do espírito imundo de certo homem por Jesus (Mc 1:21-28). Esteve na casa de Pedro, quando da cura de sua sogra (Mc 1:29-30). Sua mãe pediu que ele e seu irmão pudessem assentar com Jesus no seu trono (Mt 20:20-28). Dá-me, Senhor, o privilégio de entrar para a história assentando-me ao lado teu à tua direita na glória “Não sabes que pedes Tiago pesada e terrível taça O cálice é muito amargo é vida que se espedaça É trigo moído ao pó é uva tornada em vinho Trilhada sem ter nem dó é pássaro só, sem ninho… Tu queres passar por isso: a cruz, solidão, vergonha? Tu queres seguir a Cristo? Desprezo, desdém, peçonha? Tiago, menino mimado, Boanerges, meu filho querido É a espada de Herodes teu fado Primeiro entre tantos feridos.” (Guilherme Kerr Neto) Perguntou, com seu irmão João ao Mestre Jesus se queria que ordenassem que descesse fogo do céu para consumir os samaritanos, que não receberam Jesus (Lc 9:54). Testemunhou privilegiadamente a ressurreição da filha de Jairo (Mc 5:37); a agonia do Getsêmani (Mt 26:37); a transfiguração (Mt 17:1) e a pesca miraculosa (Lc 5:10). Após a ressurreição de Cristo, encontra-se junto ao Tiberíades (Mar da Galiléia) com “…Simão Pedro e Tomé, chamado Dídimo, e Natanael…e outros dois dos seus discípulos.” (Jo 21:2). Tiago e seu irmão são identificados com “os filhos de Zebedeu” nesta passagem . Ali o Senhor ressurreto se manifesta a estes. Encontra-se no cenáculo perseverando em oração e súplicas, junto com os outros (At 1:13). Morre à espada por ordem de Herodes Agripa I, que “…estendeu suas mãos sobre alguns da igreja, para os maltratar…” (At 12:1,2), o que teria ocorrido possivelmente em 42 d.C.

por Max Lucado   Em meu primeiro ano na universidade, estava fascinado por um movimento de cristãos a milhares de quilômetros de distância do meu campus. Alguns de meus amigos decidiram passar o verão na maior igreja deste movimento, e ser discípulos. Quando tentei fazer o mesmo, todas as portas se fecharam. Um problema após o outro com as finanças, a logística e a viagem. Surgiu uma segunda oportunidade: passar um verão no Brasil. Nesse caso, todas as portas em que bati se abriram. Duas décadas e meia depois vejo como Deus me protegeu. Aquele movimento se transformou em uma seita perigosa e opressora. O período no Brasil introduziu-me à graça libertadora e alegre. Deus não me protegeu? Deus não nos protege? Ele não faz por nós o mesmo que fez pela mulher acusada de adultério? Ele a protegeu das pedras atiradas contra ela. E os seus discípulos? Ele os protegeu da tempestade. E aquele que estava endemoninhado? Ele o protegeu do próprio inferno. Ora, Jesus até mesmo protegeu Pedro dos cobradores de impostos, providenciando o pagamento. E você? Ele já o protegeu de um mau relacionamento? Já o protegeu de um emprego inadequado? Já o livrou ou guardou de _______________ ? (complete a frase com sua própria experiência). “Como as aves voam, assim [o Senhor dos Exércitos] amparará a Jerusalém” (Is 31.5). “Fiel é o Senhor, que vos confortará e guardará do maligno” (2 Ts 3.3). “Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos” (SI 91.11). Deus o protege com um manto de amor. Você não adoraria fazer o mesmo por Ele? E, se lhe fosse dado o privilégio de Maria? E, se o próprio Deus fosse colocado como um bebê em seus braços? Você não faria o que ela fez? Ela “envolveu-o em panos” (Lc 2.7). O menino Jesus, ainda úmido, recém-saído do ventre de Maria, certamente sentia frio. Então sua mãe fez o que qualquer mãe faria. Fez o que o amor faz. Ela o cobriu. Três décadas depois outra pessoa que amava a Cristo fez o mesmo. Nessa ocasião o corpo de Jesus não estava frio devido ao clima ou à temperatura daquele dia; tratava-se do frio da morte. José de Arimatéia tinha descido o corpo da cruz. Da mesma maneira que Maria limpou a criança ao sair de seu ventre, José também preparou o Salvador para o túmulo. Ele lavou o cuspe de sua face e limpou o sangue de sua barba. “E José, tomando o corpo, envolveu-o num fino e limpo lençol” (Mt 27.59). Maria vestiu o bebê. José limpou o corpo. Você não apreciaria uma oportunidade de fazer o mesmo? Você tem uma oportunidade. Essas oportunidades aparecem em seu caminho todos os dias. Jesus disse: Estava nu, e vestistes-me… E, [as pessoas perguntaram] quando te vimos estrangeiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos?… E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos Continue lendo

O APÓSTOLO ANDRÉ “André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram João falar, e que seguiram a Jesus.” (Jo 1:40). Seu nome deriva do grego AndreaV, Andreas, e, em última análise, de anhr,anér, ou “homem, varão, varonil, vencedor”. Originalmente discípulo de João Batista (Jo 1:35), através do testemunho deste a respeito de Jesus, em que afirmava ser Ele o “Cordeiro de Deus” (Jo 1:36), foi conduzido ao Mestre, que passou a seguir. André não se demora a levar as pessoas a Cristo, e a primeira coisa que fez após passar o dia com Jesus, foi informar a seu irmão Pedro sobre este encontro, dizendo: “Achamos o Messias”. André convence a seu irmão do aspecto messiânico de Jesus. Simão Pedro tem então um encontro com Cristo. Natural de Betsaida (gr. Bhqsaida, Bethsaidá, do heb. Casa de Pesca; Jo 1:44), cidade à beira do Tiberíades, era conterrâneo de Filipe (Jo 1:44), filho de João (Jo 1:42) e tinha por ofício a pesca. Parece ter sido o primeiro apóstolo a ser chamado por Jesus. Fora vocacionado juntamente com seu irmão, quando, às margens do mar da Galiléia, “…lançavam redes ao mar, pois eram pescadores” (Mc 1:16). Assim Jesus os convida a serem pescadores de homens. Comissionou-o posteriormente ao apostolado (Mt 10:2). Outro incidente que faz seu nome ser relatado é o da multiplicação dos pães (Jo 6:1-15). Ali André leva mais um a Cristo. Desta vez um rapaz, que com seus cinco pães de cevada pequenos e dois peixinhos, parecia ser uma esperança para André. Felipe se esbarrou em sua intransponibilidade pragmática e frieza calculista, não podendo oferecer mais do que um empecilho à fé indispensável para a operação daquela maravilha. André apresenta o que tinha à mão, embora não visse a resolução do impasse. Mas, ao levar aquilo que tinha, proporcionou ao Mestre uma das maravilhosas demonstrações de seu poder e amor. André reconhece o valor de um menino que dá o seu pequeno lanche ao Senhor e sabe que se levá-lo ao Mestre, algo acontecerá. E foi conforme sua fé. “Que será pra tanta gente um menino, peixe e pão?!” Para André, suficiente: viu em Cristo a solução. (Guilherme Kerr Neto) Ainda o veremos resolvendo mais um impasse. Uns gregos, que vieram adorar no dia da festa, desejavam ver o Mestre e aproximaram de Filipe. O prático apóstolo Filipe, não sabendo como conduzir a situação, leva-os a André, que generosamente os leva ao encontro de Jesus. André mais uma vez leva almas ao encontro de Jesus Cristo. Primeiro, seu próprio irmão, depois o menino, agora são os gentios, levados com amor pelo “pescador de homens”. Segundo tradições conservadas por Eusébio e o apócrifo “Atos de André”, teria ele pregado em Bitínia, na Cízia, na Macedônia, e na Acaia, onde talvez tenha sido crucificado em Patrasso, por ordem do procônsul Eges, na cruz decussata, em forma de “X”, posteriormente chamada de cruz de Santo André. A última vez que vemos registrado o nome deste apóstolo na Bíblia (At 1:13) Continue lendo

Breve lista com alguns cientistas renomados da atualidade que professam a fé cristã, incluindo vários ganhadores do Prêmio Nobel. Sir Robert Boyd (1922) Britântico pioneiro na ciência espacial. Foi vice-presidente da Royal Astronomical Society. Lecionou sobre fé, sendo um dos fundadores do Research Scientists’ Christian Fellowship e um importante membro do seu predecessor Christians in Science. [1] Alberto Dou Mas de Xaxàs (1915) Padre jesuíta espanhol/catalão e um dos matemáticos mais importantes de seu país. Foi membro da Academia Real de Ciências, professor de Matemática na Universidad Complutense de Madrid e reitor da Universidad de Deusto de 1974 a 1977. Richard Smalley (1943) Laureado com o Nobel de Química, conhecido pelos buckyballs (ou fulerenos). Em seus últimos anos, renovou o interesse pelo cristianismo e apoiou o criacionismo científico. Mariano Artigas (1938) Doutor em Física e Filosofia, pertenceu à Associação Européia para o Estudo da Ciência e Teologia e também recebeu uma bolsa da Fundação Templeton por seu trabalho na área da ciência e da religião. [2] J. Laurence Kulp (1921) Membro da denominação cristã Irmãos de Plymouth, liderou importantes estudos sobre os efeitos da radiação nuclear e chuva ácida. Era um defensor proeminente nos círculos da American Scientific Affiliation em favor de uma Terra antiga e contra a geologia do dilúvio. [3,4,5,6] Arthur Peacocke (1924) Sacerdote anglicano e bioquímico, suas ideias podem ter influenciado as visões anglicana e luterana acerca da evolução. Vencedor do Prêmio Templeton em 2001. [7] John Billings (1918) Médico australiano que desenvolveu o método de ovulação Billings de planejamento familiar natural. Em 1969, Billings foi feito um Cavaleiro Comandante da Ordem de São Gregório Magno (KCSG) pelo Papa Paulo VI. [8] Russell L. Mixter (1906) Famoso por conduzir a American Scientific Affiliation (ASA) para longe do anti-evolucionismo, e por sua defesa do criacionismo progressivo. [6,9] Carl Friedrich von Weizsäcker (1912) Físico nuclear alemão, co-descobridor da fórmula de Bethe-Weizsäcker. Escreveu A Relevância da Ciência: Criação e Cosmogonia sobre o cristianismo e os impactos morais da ciência. Liderou a Max Planck Society de 1970 a 1980. Depois disso se aposentou para ser um pacifista cristão. [10] John Archibald Wheeler (1911) Físico teórico americano que foi um grande responsável por reavivar o interesse na relatividade geral nos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial. Um dos colaboradores mais recentes de Albert Einstein, ele tentou alcançar a visão de Einstein de uma Teoria do Campo Unificado. Também é conhecido por popularizar o termo ‘buraco negro’, e por cunhar o termo ‘buraco de minhoca’. Ele foi um unitário (seita cristã) por toda a vida. [11,12] Stanley Jaki (1924) Padre Beneditino e Distinguished Professor of Physics da Seton Hall University, New Jersey. Ganhou o Prêmio Templeton e defendeu a idéia de que a ciência moderna só poderia ter surgido em uma sociedade cristã. [13] Nicola Cabibbo (1935) Físico italiano, mais conhecido por seu trabalho sobre a interação nuclear fraca. Ele também foi o presidente do Instituto Nacional de Física Nuclear italiano de 1983 a 1992, e desde 1993 até sua morte foi o presidente da Pontifícia Academia das Ciências do Vaticano. Allan Sandage (1926) Um astrônomo que não refletiu realmente sobre o cristianismo até depois dos quarenta anos de idade. Ele escreveu o artigo A Scientist Reflects on Religious Belief e fez descobertas relacionadas à Cigar Galaxy M82. [14,15,16,17] Ernan McMullin (1924) Ordenado em 1949 como um sacerdote católico, McMullin foi um Continue lendo

  O APÓSTOLO PEDRO “Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” (Mt 16:16) Pedro (gr. PetroV, Pétros, aram. Kéfa ou Céfa, “pedra” ou “rocha”), cujo nome original era o hebraico Shim”on, que aparece na sua forma grecizada Sumewn, Symeon apenas em At 15:14 e 2 Pd 1:1. Em outras passagens aparece como o nome grego Simwn, Simon, em Mt 10:2, 17:25; Mc 1:16, etc. Comumente é chamado pelo sobrenome grego PetroV, Pétros, nome masculino formado do substantivo feminino petra, “rocha”; originalmente o aramaico Kéfa, usado na forma grecizada KhfaV, Kefas, em Jo 1:42; 1 Co 1:1 e tantas outras passagens em algumas epístolas paulinas. Filho de IwannhV, Ioannes, João (Jo 1:42, Contemporânea) ou Iwna, Iona, Jonas (Jo 21:15-17, Rev. e Corr.; Mt 16:17, onde é chamado por Jesus de Simão Barjonas (gr. Simwn Bariwna, Simon Bariona), ou seja, filho de Jonas.) Era originário de Betsaida da Galiléia (Jo 1:40-42), cidade de seu irmão André e de Filipe (Jo 1:44), sendo ambos irmãos pescadores (Mc 1:16). Em Mt 8:5,14 encontramo-lo residindo em Capernaum, cuja sogra fora curada por Jesus. Um dos primeiros discípulos vocacionados, foi levado a Jesus por seu irmão André (Jo 1:41), que lhe diz: “Achamos o Messias (que, traduzido, é o Cristo)”. Seu chamado está estreitamente ligado ao de Tiago e João, no relato de Mateus. Ali o escritor relata que se deu logo ao início do ministério de Jesus, após seu batismo e tentação, quando estava “…andando junto ao mar da Galiléia…” quando “…viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores. E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então eles, deixando logo as redes, seguiram-no.” (Mt 4:18,19). Nas listas dos doze encontra-se em primeiro lugar (Mt 10:2; Mc 3:16; Lc 6:14; At 1:13). Andou por sobre o mar (Mt 14:29); confessa que Jesus é o Cristo, por revelação divina (Mt 16:16; Jo 6:68); reprova a Jesus, opondo-se ao anúncio da paixão, sendo asperamente repreendido por Jesus (Mt 16:22,23); presencia a ressurreição da filha de Jairo (Lc 8:51), a transfiguração (Mt 17:1), e a agonia de Jesus (Mt 26:37), na companhia de Tiago e João, que, com este último é enviado por Jesus para preparar a Páscoa (Lc 22:8). Fisga o peixe com a moeda na boca, com a qual Jesus pagou o imposto do templo, para ambos (Mt 17:24-27); pergunta a respeito do perdão (Mt 18:21) e da recompensa pela renúncia a todas as coisas (Mt 19:27); promete lealdade e é advertido (Mt 26:33-35); sendo repreendido veladamente por não vigiar no Getsêmani (Mt 26:40); questiona a respeito da figueira (Mc 11:21) e dos sinais da segunda vinda, com Tiago, João e André (Mc 13:3); tem seus pés lavados por Jesus (Jo 13:6-10); inquire acerca do traidor (Jo 13:24); na prisão de Jesus, no jardim, agride a Malco, decepando-lhe a orelha (Jo 18:10-11). Não te negarei, te seguirei até o fim. Nunca voltarei atrás, serei fiel… Mesmo Continue lendo