O APÓSTOLO ANDRÉ “André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram João falar, e que seguiram a Jesus.” (Jo 1:40). Seu nome deriva do grego AndreaV, Andreas, e, em última análise, de anhr,anér, ou “homem, varão, varonil, vencedor”. Originalmente discípulo de João Batista (Jo 1:35), através do testemunho deste a respeito de Jesus, em que afirmava ser Ele o “Cordeiro de Deus” (Jo 1:36), foi conduzido ao Mestre, que passou a seguir. André não se demora a levar as pessoas a Cristo, e a primeira coisa que fez após passar o dia com Jesus, foi informar a seu irmão Pedro sobre este encontro, dizendo: “Achamos o Messias”. André convence a seu irmão do aspecto messiânico de Jesus. Simão Pedro tem então um encontro com Cristo. Natural de Betsaida (gr. Bhqsaida, Bethsaidá, do heb. Casa de Pesca; Jo 1:44), cidade à beira do Tiberíades, era conterrâneo de Filipe (Jo 1:44), filho de João (Jo 1:42) e tinha por ofício a pesca. Parece ter sido o primeiro apóstolo a ser chamado por Jesus. Fora vocacionado juntamente com seu irmão, quando, às margens do mar da Galiléia, “…lançavam redes ao mar, pois eram pescadores” (Mc 1:16). Assim Jesus os convida a serem pescadores de homens. Comissionou-o posteriormente ao apostolado (Mt 10:2). Outro incidente que faz seu nome ser relatado é o da multiplicação dos pães (Jo 6:1-15). Ali André leva mais um a Cristo. Desta vez um rapaz, que com seus cinco pães de cevada pequenos e dois peixinhos, parecia ser uma esperança para André. Felipe se esbarrou em sua intransponibilidade pragmática e frieza calculista, não podendo oferecer mais do que um empecilho à fé indispensável para a operação daquela maravilha. André apresenta o que tinha à mão, embora não visse a resolução do impasse. Mas, ao levar aquilo que tinha, proporcionou ao Mestre uma das maravilhosas demonstrações de seu poder e amor. André reconhece o valor de um menino que dá o seu pequeno lanche ao Senhor e sabe que se levá-lo ao Mestre, algo acontecerá. E foi conforme sua fé. “Que será pra tanta gente um menino, peixe e pão?!” Para André, suficiente: viu em Cristo a solução. (Guilherme Kerr Neto) Ainda o veremos resolvendo mais um impasse. Uns gregos, que vieram adorar no dia da festa, desejavam ver o Mestre e aproximaram de Filipe. O prático apóstolo Filipe, não sabendo como conduzir a situação, leva-os a André, que generosamente os leva ao encontro de Jesus. André mais uma vez leva almas ao encontro de Jesus Cristo. Primeiro, seu próprio irmão, depois o menino, agora são os gentios, levados com amor pelo “pescador de homens”. Segundo tradições conservadas por Eusébio e o apócrifo “Atos de André”, teria ele pregado em Bitínia, na Cízia, na Macedônia, e na Acaia, onde talvez tenha sido crucificado em Patrasso, por ordem do procônsul Eges, na cruz decussata, em forma de “X”, posteriormente chamada de cruz de Santo André. A última vez que vemos registrado o nome deste apóstolo na Bíblia (At 1:13) Continue lendo

Breve lista com alguns cientistas renomados da atualidade que professam a fé cristã, incluindo vários ganhadores do Prêmio Nobel. Sir Robert Boyd (1922) Britântico pioneiro na ciência espacial. Foi vice-presidente da Royal Astronomical Society. Lecionou sobre fé, sendo um dos fundadores do Research Scientists’ Christian Fellowship e um importante membro do seu predecessor Christians in Science. [1] Alberto Dou Mas de Xaxàs (1915) Padre jesuíta espanhol/catalão e um dos matemáticos mais importantes de seu país. Foi membro da Academia Real de Ciências, professor de Matemática na Universidad Complutense de Madrid e reitor da Universidad de Deusto de 1974 a 1977. Richard Smalley (1943) Laureado com o Nobel de Química, conhecido pelos buckyballs (ou fulerenos). Em seus últimos anos, renovou o interesse pelo cristianismo e apoiou o criacionismo científico. Mariano Artigas (1938) Doutor em Física e Filosofia, pertenceu à Associação Européia para o Estudo da Ciência e Teologia e também recebeu uma bolsa da Fundação Templeton por seu trabalho na área da ciência e da religião. [2] J. Laurence Kulp (1921) Membro da denominação cristã Irmãos de Plymouth, liderou importantes estudos sobre os efeitos da radiação nuclear e chuva ácida. Era um defensor proeminente nos círculos da American Scientific Affiliation em favor de uma Terra antiga e contra a geologia do dilúvio. [3,4,5,6] Arthur Peacocke (1924) Sacerdote anglicano e bioquímico, suas ideias podem ter influenciado as visões anglicana e luterana acerca da evolução. Vencedor do Prêmio Templeton em 2001. [7] John Billings (1918) Médico australiano que desenvolveu o método de ovulação Billings de planejamento familiar natural. Em 1969, Billings foi feito um Cavaleiro Comandante da Ordem de São Gregório Magno (KCSG) pelo Papa Paulo VI. [8] Russell L. Mixter (1906) Famoso por conduzir a American Scientific Affiliation (ASA) para longe do anti-evolucionismo, e por sua defesa do criacionismo progressivo. [6,9] Carl Friedrich von Weizsäcker (1912) Físico nuclear alemão, co-descobridor da fórmula de Bethe-Weizsäcker. Escreveu A Relevância da Ciência: Criação e Cosmogonia sobre o cristianismo e os impactos morais da ciência. Liderou a Max Planck Society de 1970 a 1980. Depois disso se aposentou para ser um pacifista cristão. [10] John Archibald Wheeler (1911) Físico teórico americano que foi um grande responsável por reavivar o interesse na relatividade geral nos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial. Um dos colaboradores mais recentes de Albert Einstein, ele tentou alcançar a visão de Einstein de uma Teoria do Campo Unificado. Também é conhecido por popularizar o termo ‘buraco negro’, e por cunhar o termo ‘buraco de minhoca’. Ele foi um unitário (seita cristã) por toda a vida. [11,12] Stanley Jaki (1924) Padre Beneditino e Distinguished Professor of Physics da Seton Hall University, New Jersey. Ganhou o Prêmio Templeton e defendeu a idéia de que a ciência moderna só poderia ter surgido em uma sociedade cristã. [13] Nicola Cabibbo (1935) Físico italiano, mais conhecido por seu trabalho sobre a interação nuclear fraca. Ele também foi o presidente do Instituto Nacional de Física Nuclear italiano de 1983 a 1992, e desde 1993 até sua morte foi o presidente da Pontifícia Academia das Ciências do Vaticano. Allan Sandage (1926) Um astrônomo que não refletiu realmente sobre o cristianismo até depois dos quarenta anos de idade. Ele escreveu o artigo A Scientist Reflects on Religious Belief e fez descobertas relacionadas à Cigar Galaxy M82. [14,15,16,17] Ernan McMullin (1924) Ordenado em 1949 como um sacerdote católico, McMullin foi um Continue lendo

  O APÓSTOLO PEDRO “Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” (Mt 16:16) Pedro (gr. PetroV, Pétros, aram. Kéfa ou Céfa, “pedra” ou “rocha”), cujo nome original era o hebraico Shim”on, que aparece na sua forma grecizada Sumewn, Symeon apenas em At 15:14 e 2 Pd 1:1. Em outras passagens aparece como o nome grego Simwn, Simon, em Mt 10:2, 17:25; Mc 1:16, etc. Comumente é chamado pelo sobrenome grego PetroV, Pétros, nome masculino formado do substantivo feminino petra, “rocha”; originalmente o aramaico Kéfa, usado na forma grecizada KhfaV, Kefas, em Jo 1:42; 1 Co 1:1 e tantas outras passagens em algumas epístolas paulinas. Filho de IwannhV, Ioannes, João (Jo 1:42, Contemporânea) ou Iwna, Iona, Jonas (Jo 21:15-17, Rev. e Corr.; Mt 16:17, onde é chamado por Jesus de Simão Barjonas (gr. Simwn Bariwna, Simon Bariona), ou seja, filho de Jonas.) Era originário de Betsaida da Galiléia (Jo 1:40-42), cidade de seu irmão André e de Filipe (Jo 1:44), sendo ambos irmãos pescadores (Mc 1:16). Em Mt 8:5,14 encontramo-lo residindo em Capernaum, cuja sogra fora curada por Jesus. Um dos primeiros discípulos vocacionados, foi levado a Jesus por seu irmão André (Jo 1:41), que lhe diz: “Achamos o Messias (que, traduzido, é o Cristo)”. Seu chamado está estreitamente ligado ao de Tiago e João, no relato de Mateus. Ali o escritor relata que se deu logo ao início do ministério de Jesus, após seu batismo e tentação, quando estava “…andando junto ao mar da Galiléia…” quando “…viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores. E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então eles, deixando logo as redes, seguiram-no.” (Mt 4:18,19). Nas listas dos doze encontra-se em primeiro lugar (Mt 10:2; Mc 3:16; Lc 6:14; At 1:13). Andou por sobre o mar (Mt 14:29); confessa que Jesus é o Cristo, por revelação divina (Mt 16:16; Jo 6:68); reprova a Jesus, opondo-se ao anúncio da paixão, sendo asperamente repreendido por Jesus (Mt 16:22,23); presencia a ressurreição da filha de Jairo (Lc 8:51), a transfiguração (Mt 17:1), e a agonia de Jesus (Mt 26:37), na companhia de Tiago e João, que, com este último é enviado por Jesus para preparar a Páscoa (Lc 22:8). Fisga o peixe com a moeda na boca, com a qual Jesus pagou o imposto do templo, para ambos (Mt 17:24-27); pergunta a respeito do perdão (Mt 18:21) e da recompensa pela renúncia a todas as coisas (Mt 19:27); promete lealdade e é advertido (Mt 26:33-35); sendo repreendido veladamente por não vigiar no Getsêmani (Mt 26:40); questiona a respeito da figueira (Mc 11:21) e dos sinais da segunda vinda, com Tiago, João e André (Mc 13:3); tem seus pés lavados por Jesus (Jo 13:6-10); inquire acerca do traidor (Jo 13:24); na prisão de Jesus, no jardim, agride a Malco, decepando-lhe a orelha (Jo 18:10-11). Não te negarei, te seguirei até o fim. Nunca voltarei atrás, serei fiel… Mesmo Continue lendo

  O mundo já presenciou a elevação e a queda de grandes reinos e potencias mundiais, isto não é fato desconhecido para qualquer pessoa que conhece um pouco da historia universal. Dn 2.21:  E ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; Através da história se levantou 6 (seis) grandes Impérios Mundiais e o sétimo está vindo aí. Vejam quais são eles: Império Egípcio (Egito) – Representado pelos Faraós que se diziam deuses; Império Assírio (Assíria) – Representado por reis cruéis, que acabaram com a supremacia do Império Egípcio; Império Babilônico (Babilônia) – Representado por Nabucodonozor, que deu fim à supremacia do Império Assírio; Império Medo-Persa – Representado por Dario e Ciro, deram fim a supremacia do Império Babilônico; Império Grego-Macedônio (Grécia) – Representado por Alexandre Magno, o grande, que acabou com a supremacia do Império Medo-Persa; Império Romano (Roma) – Representado pelos Césares, que deu fim a supremacia do Império Grego-Macedônio; Império do Anticristo – Representado pelo Anti-Cristo, que poderá ser uma espécie de um “Novo Império Romano”, que será destruído por Cristo na sua vinda pelo sopro de sua boca. (2 Ts. 2.8). Um dos livros da bíblia que nos trás luz sobre as grandes potencias mundiais é o livro de Daniel. No cap 7 ele tem sonhos e visões dos acontecimentos futuros, dos reinos que estavam para governar a terra e também do fim desses reinos. Daniel já não era mais um jovenzinho. Achava-se por volta dos setenta anos quando recebe de Deus uma revelação profundo dos acontecimentos finais. Ele vê 4 reinos surgindo simbolizados por animais. 7:3 . A ordem de aparecimento dos animais coincide com a ordem cronológica dos seus domínios: Babilônia (leão) de 606 a 539 a.C.); Medo-Pérsia (urso) de 539 a 330 a.C.; Grécia (leopardo) de 330 a65 a.C. e Roma a partir de 65 a.C. A historia mostra que havia (7: 4)  estátuas colossais de leão com asas de águia e cabeça humana que adornavam os palácios de Nínive e Babilônia, o que não deixa em dúvida sua identidade; (veja também Jeremias 4:7,13.) O leão indica força, e as asas de águia, velocidade. . Jr 4.7: Subiu um leão da sua ramada, um destruidor de nações; Jr 4.13: os seus cavalos são mais ligeiros do que as águias 7:5 O império Medo-Persa se expandiu lentamente, com exércitos numerosos, consumindo muitas vidas; o urso é um símbolo dele, conhecido por sua força e ferocidade em combate. O lado do urso que se levantou deve representar a Pérsia, que era mais poderosa, e as três costelas correspondem aos reinos da Lídia, Babilônia e Egito que se aliaram contra os Medo-Persas mas foram derrotados. 7:6  Como o leopardo, o macedônio Alexandre o Grande era ágil à testa do exército grego e, como se tivesse asas, ele conquistou seu território rapidamente. Chorou por não haver mais terras para conquistar. As quatro cabeças correspondem à divisão do seu império após sua morte: Ásia Menor, Síria, Egito e Macedônia. 7: 7 O quarto animal, Continue lendo

1. NÃO LEVAR A SÉRIO A LEI DA SEMEADURA. (Gl 6:7) . A) Semear é opcional, colher é obrigatório. B) Tudo na vida é uma questão de semeadura. C) Quem semeia honra colhe longevidade. D) Palavras são sementes que lançamos no solo do coração da pessoas.   2. DAR MAIS VALOR À APARÊNCIA FÍSICA, DO QUE PARA A BELEZA DO CARÁTER. (1 Pe 3:2-4) A) Não basta ter casca, mas não ter conteúdo. B) Não basta ser aplaudido pelos homens, e não ser aprovado por Deus. C) Quem você é, é mais importante do que aquilo que você faz. D) Talento é um dom, caráter uma escolha.   3. NÃO PROTEGER A ÁREA DA SUA VIDA QUE É MAIS VULNERÁVEL AO PECADO. (Mt 26:41) A) Sansão terminou sua vida de forma trágica, porque brincou onde não deveria brincar. Sansão flertou com o pecado, brincou com a tentação. B) Ele não protegeu seu ponto fraco. C) Qual é o seu ponto fraco, comer demais, falar demais, o sexo ilícito, o temperamento, a Ira, o dinheiro, a pornografia etc…   4. NÃO TER COMPROMISSO COM UMA LISTA DE PRIORIDADES ORDENADAS. (Mt 6:33) A) O que deve vir em primeiro lugar na vida de alguém que nasceu de novo, que serve ao Senhor? B) Diz a Palavra: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus…”   5. NÃO INVESTIR NO SEU FUTURO. A) Quem pensa só no momento, amanhã sofrera com a dor do arrependimento. B) Planejar significa pensar antecipadamente. C) Quem investe no seu futuro, tem visão, sabe aonde quer chegar, tem objetivos na vida. 6. NÃO INVESTIR NO SEU CRESCIMENTO PESSOAL. A) Quem escolhe a mediocridade, não se destaca e sua história nunca será contada. B) Não há crescimento sem pré-disposição para as mudanças necessárias. C) Não há crescimento sem a dor da disciplina. Aceite a dor da disciplina para não chorar com a dor do arrependimento.   7. FAZER PORQUE TODOS ESTÃO FAZENDO. (1 Co 10:23) A) Quem faz só porque todos estão fazendo, não tem opinião própria e nem personalidade. B) Suas decisões revelam qual é o seu código de valores. C) Seu código de valores revela a qualidade do seu caráter. D) O jovem que tem um caráter cristão decide sempre com base em princípios, ainda que a maioria esteja fazendo, se é contra as escrituras ele não faz.   8. NÃO PERDOAR OS PAIS… (Mt 18:21,22) A) Pais ausentes. (Nunca tem tempo para os filhos.) B) Pais agressivos (Ele passou a cueca suja no rosto do filho. ) C) Pais que foram infiéis. (Ela pegou a mãe beijando outro na cozinha.) D) Pais que abandonaram. (O pai foi embora, sem Dar satisfação à ninguém.) E) Pais que são homossexuais. (A mãe abandonou o pai e foi morar com outra mulher.) F) Pais que abusaram dos filhos física ou psicologicamente. (Com 7 anos ela foi abusada pelo pai.) G) Pais alcoólatras – (Meu pai FICA irreconhecível quando chega embriagado.) Quem não perdoa: · Destrói a Ponte que um Continue lendo

A função das Ilustrações Muitos Pregadores acreditam que uma ilustração para ser boa deve ser uma bela e inesquecível história. É evidente que uma história inesquecível é de grande valor, porém, toda ilustração que cumpre a sua FUNÇÃO é boa. É preciso, então, entender que a principal  Função das Ilustrações é: TORNAR CLARO O ASSUNTO MEDIANTE EXEMPLOS Ilustrar é dar exemplos. Ilustrar é comparar Quando o Pregador compara o que ele está explicando com algo que o ouvinte já conhece, na verdade, ele está ilustrando o seu Sermão. O ser humano aprende por meio de associação e comparação. Por mais simples que seja a comparação, ela sempre traz benefícios: Dão clareza e vida ao Sermão, tornam o Sermão interessante, dão ênfase à verdade e concedem uma pausa à mente dos ouvintes (aumentando sua atenção). Imagine, por exemplo, que você está tentando explicar para os índios de uma tribo recém contatada, que nunca saiu de sua aldeia, o que é e como funciona o telefone celular que você acabou de usar. Como lhes explicar a emissão, a captação e a conversão de sinais tão especializados? Ou, então, os satélites colocados pela humanidade ao redor da Terra?Então, você olha ao redor e procura algo próprio da cultura deles que possa ajudá-lo a lhes explicar o assunto. Você decide que o melhor jeito é fazer uma comparação: O telefone celular é um tipo de comunicação semelhante aos sinais de fumaça ou aos tambores utilizados por vocês, com a diferença de que, ao invés de enviar sinais de fumaça ou o som dos tambores, este aparelho envia e recebe a voz humana. Você não explicou o que é um telefone celular (exatamente), mas, sem dúvida alguma, conseguiu fazê-los entender como ele funciona e para que serve. E fez isto comparando o telefone com algo da cultura indígena (os sinais de fumaça ou os tambores). Facilitando assim a compreensão da mensagem. KIT + de 2000 ILUSTRAÇÕES, ESBOÇOS & SERMÕES  Um Acervo com Ilustrações e Sermões Valiosos! As ilustrações e sermões estão classificados por temas e em ordem alfabética, sendo possível localizar as mesmas segundo suas variantes. Boa pesquisa! Enriqueça o seu sermão!          

O objetivo desse post é ajudar pessoas interessadas em estudar teologia fora do Brasil. Ele pode ser útil para pessoas de outras áreas também, mas o foco são os estudos teológicos. O post é escrito a partir das minhas experiências e de outros conhecidos e, portanto, não traz regras infalíveis, mas dicas que podem ajudar a tornar as coisas mais claras e possíveis. . Vocação  . Sempre que converso com alguém sobre estudar fora do país ou sobre fazer um mestrado ou doutorado teológicos no Brasil mesmo, faço a seguinte pergunta: por que você quer estudar teologia em nível acadêmico? A primeira questão é sempre a do coração: quais são as motivações boas e más que te levam a esse interesse? Será que essa é a vontade de Deus para a tua vida? Se o motivo for financeiro ou estabilidade, não é uma escolha inteligente! Se o motivo for ganhar destaque pessoal, glória e construir o próprio reino, Deus será o juiz. Se o motivo for se esconder de pessoas atrás de livros, você deveria considerar outra vocação. Assim, quais motivos justificam fazer uma pós-graduação? Sentir-se chamado por Deus para ter um ministério acadêmico e por meio dele abençoar vidas, seja na igreja, seja em alguma instituição de ensino ou em ambas. Deus chama, capacita, levanta pessoas e instituições para confirmar a vontade dele e abre portas. Considere a possibilidade de ser um ótimo pastor em igrejas locais. Olhe e converse com pastores que estão felizes e realizados no ministério pastoral (conheço vários). Considere a possibilidade de fazer especializações que te habilitem para ser um melhor pastor. Considere, por exemplo, o Doutorado em Ministério, que dá tantas ferramentas praticas para o pastor. Converse com seus professores, irmãos maduros na fé e autoridades eclesiásticas antes de dirigir sua vida para a área acadêmica.  . Coração de Pastor  . Os professores de teologia (que Calvino chamada de doutores da igreja) não são mais importantes do que pastores de igrejas locais, apenas são pastores que tem uma atuação diferente para o bem do corpo, assim como os missionários. É necessário que o professor tenha coração de pastor, assim como é necessário que o pastor seja um bom professor. Louvo a Deus por ter ouvido o Rev. Dr. Hermisten, que me aconselhou a ter um tempo no pastorado primeiro antes de fazer um mestrado em teologia. Louvo a Deus pela vida de tantos professores que demonstraram um grande coração pastoral em todos os níveis acadêmicos que estudei. O professor precisa ser pastor (ainda que não atue em uma igreja local), o pastor precisa ser um professor, mas não necessariamente um acadêmico de teologia.  . Currículo  . Uma vez que você tenha entendido que realmente é a vontade de Deus que você invista em estudos teológicos acadêmicos avançados (quanto mais cedo melhor), você deve investir de maneira especial em algumas áreas. As suas notas de bacharelado e de qualquer outro grau acadêmico importam muito. As universidades/seminários vão avaliar a sua média global em cursos anteriores. Continue lendo

Título do Livro O título “Gênesis”, que significa literalmente “começo” e vem da palavra grega “γενέσις[1]”. Esse título foi dado ao livro pela tradução grega do Velho Testamento, chamada Septuaginta[2]. O título hebraico para esse livro é retirado das primeiras palavras do livro: “berēshith” e significa “no princípio”. Esse título é certamente apropriado, pois além de demonstrar o princípio do universo, do homem e do povo de Deus, Gênesis também “prepara o terreno para a plena compreensão da fé bíblica[3]”. O Autor do Livro[4] Enquanto nenhuma declaração é dada sobre quem teria escrito esse livro, a tradição sempre tem dito que o autor desse livro é Moisés. Evidências para isso tem-se encontrado: (1)    No Novo Testamento normalmente atribui Gênesis a Moisés: indicação desse fato é que em Jo.7.23 Jesus afirma que a circuncisão, que é apresentada em Gn.17.12, faz parte da Lei de Moisés. Mais comum ainda no NT é a declaração do Pentateuco como livro de Moisés Evangelhos: Mt.8.5; 19.19.4-8; Mc.1.44; 7.10; 12.19, 26; Lc.2.22; 5,14; 20.37; Jo.1.17, 45; 7.19, 22-24; 8.5; Atos: At.3.22; 7.44; 13.39; 15.5; 28.23; Paulo: Rm.10.5; 10.19; 1Co.9.9; Autor de Hebreus: Hb.9.19; 10.28. (2)    No Antigo Testamento também parece atribuir a autoria do Pentateuco (Tora) a Moisés: Livros Históricos: Js.1.7-8; 8.31-32; 1Re.2.3; 2Re.14.6; 21.8; Ed.6.18; Ne.13.1; Profetas: Dn.9.11-13; Ml.4.4. O próprio Pentateuco aponta para esse fato: Ex.17.14; 24.4-8; 34.27; Nm.33.1-2; Dt.31.9, 22. (3)    Além disso, o autor do Pentateuco demonstra conhecer detalhes tão particulares da história que só uma testemunha ocular poderia saber: Quantidades específicas de fontes e árvores (Ex.15.27) Detalhes específicos do povo em ocasiões específicas (Nm.2.1-31) Detalhes da alimentação (Nm.11.7-8) (4)    O conhecimento que o autor do Pentateuco apresenta sugere ele não poderia ser alguém de séculos mais tarde[5]: Conhecimento da Geografia (Gn.13.10; Gn.33.17) Conhecimento de costumes específicos (Gn.16.1-3; Gn.41.41-43) Moisés era alguém habilitado para ter essas informações (At.7.22) Se alguém duvidar da autoria Mosaica do Pentateuco ou de Gênesis, deve atribuir também ou falsidade ou erro, tanto dos textos do Velho, como do Novo Testamento. Em outras palavras, os profetas, escritores, apóstolos e o próprio Jesus Cristo deveriam ser considerados ou falsos ou equivocados. Portanto, “a autoria de Gênesis é atribuída a Moisés, mais provavelmente durante a jornada do Egito para Canaã, com o uso de fontes que tivesse à disposição, quer orais quer escritas, debaixo do ministério orientador do Espírito de Deus[6]”. Estrutura e Conteúdo do Livro Uma das características marcantes do livro é a forma como esse livro foi estruturado. Do ponto de vista da história, duas categorias são claramente reconhecidas na estrutura do livro: (1) Nos capítulos de 1.1-11.26 encontramos a história das origens de modo geral e (2) de 11.27-50.26 lemos a história da origem do povo judeu – a história dos patriarcas. Sobre essa estrutura John Hartley diz: “Gênesis 1-11 é um prefácio à história da salvação, tratando da origem do mundo, da humanidade e do pecado. Gênesis 12-50 reconta as origens da história da redenção no ato de Deus escolher os patriarcas, juntamente com as promessas Continue lendo

Mais uma vez, dirijo-me aos pastores. É importante deixar claro que não falo como pastor, mas como ovelha que tem alguns pedidos a fazer. Não falo em tom de superioridade, mas com muito carinho e respeito aos pastores. Tem sido semeada em muitas igrejas – e até em instituições teológicas – a ideia de que ser pastor não é ser teólogo. Antes de qualquer coisa, quero esclarecer que não sou a favor de uma teologia sem espiritualidade, nem de que o conhecimento bíblico apenas, sem que haja uma vida piedosa, seja suficiente. Também não estarei dizendo que não se pode ser pastor sem ter feito algum curso teológico. O ponto não é esse e não entrarei nessa questão. Dito isso, apresento-lhes um fato: não é pequena a quantidade de igrejas que são pastoreadas por homens com raso conhecimento teológico e superficial conhecimento bíblico. Há instituições que carecem profundamente da sã doutrina e do zelo pelas Escrituras. Mas a grande pergunta é: Se isso é um fato, por qual motivo ele existe? Tenho um palpite. Acredito que tudo que deixamos de lado, seja em qualquer área de nossa vida, é porque não consideramos importante (que Deus tenha misericórdia de nós, pois fazemos isso). E, se a teologia tem sido deixada de lado por alguns pastores/igrejas/instituições, é porque ela não tem sido considerada importante. A teologia ortodoxa afirma que o estudo sobre Deus (Theo + logia) deve ser baseado única e exclusivamente na Bíblia. O que me leva a concluir que, quando o estudo teológico é deixado de lado, a própria Escritura também não tem sido considerada importante. Então, surge o ponto central deste meu escrito: É possível ser pastor e não ser teólogo? Minha resposta vai mais além que um simples “não”. O conceito de pastor e teólogo tem sido dicotomizado quando, na realidade, ambos nunca deveriam, nem poderiam ser considerados diferentes com relação ao pastorado. Vejamos o que Efésios 4:11-14 diz: “E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo. O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro.” Note, no versículo 11, que as expressões “pastores e mestres” estão ligadas. No grego, elas são apontadas por um mesmo artigo. Alguns para apóstolos; Outros para profetas; Outros para evangelistas; E, por fim, outros para PASTORES e MESTRES. Essas últimas expressões, que formam um mesmo grupo – e não dois, caracterizam os dons espirituais de homens que têm a responsabilidade de cuidar e guiar o rebanho. Sim, são os pastores. Mas o que quer dizer Continue lendo

  Um jovem de 18 anos me procurou, dizendo que quer estudar teologia. Ofereci a ele, como resposta, dez conselhos, ou dez passos, como queira, que quem deseja estudar teologia deve atentar: 1. Procure examinar seu coração diante de Deus e se certificar de que sua fé está firmada unicamente na pessoa e obra de Jesus Cristo. 2. Leia as Escrituras rotineiramente. Todos os dias, se puder. Procure estudar particularmente os evangelhos, começando com o evangelho de João. Ore e peça que o Espírito de Deus ilumine seu entendimento da Palavra. 3. Desenvolva o hábito da oração e da confissão de pecados. Busque em Cristo arrependimento, perdão e direção. 4. Desenvolva a santidade: desconfie do velho homem e revista-se de um novo homem, com valores da fé cristã, conforme o ensino da Escritura. Seja ético em tudo que fizer. Seja honesto, verdadeiro, íntegro e um bom exemplo para todos os que convivem com você. Isto é uma luta diária e é uma luta difícil. Você precisará de graça de Deus para isso. 5. junte-se a uma igreja local. Sem igreja, o estudo da teologia é vazio e sem sentido. Não se pode pensar num membro do corpo fora do corpo. A fé cristã ganha expressão na comunidade cristã que é a igreja. Torne-se membro de uma igreja genuinamente evangélica e fique firme nela. Ame a igreja e sirva a igreja. 6. Submeta-se à pregação rotineira da palavra de Deus e não deixe de participar dos cultos de adoração ao Senhor Jesus Cristo. Você precisa disto para crescer na fé e entendimento das Escrituras. 7. Procure aconselhar-se com irmãos mais experientes na fé e, particularmente, com o pastor de sua igreja. 8. Procure estudar bastante. Estou falando da escola e dos livros mesmo. Aprenda uma profissão e se especialize nela. Torne-se um profissional competente, diligente e excelente no que faz. 9. Desenvolva uma cultura de leitura: Leia bons livros cristãos; leia a história da igreja e leia boa literatura clássica; 10. Quando isto for uma realidade concreta em sua vida; quando você estiver fazendo isso por alguns anos, aí sim você deve pensar em estudar teologia. Antes disso, é perda de tempo. Fonte: facebook.com/ProfTiagoSantos